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Fercomércio e Sesc MT realiza o 18° encontro nacional de violeiros de Poxoréu

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O evento gratuito, realizado pela Fecomércio-MT, por meio do Sesc-MT, em parceria com a Avicpox e a Prefeitura de Poxoréu conta, ainda, com a participação de 14 artistas regionais_

A cidade de Poxoréu (259 km de Cuiabá) se transforma, neste final de semana, na capital da música de viola com a realização do 18º Encontro Nacional de Violeiros. O Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio em Mato Grosso (Sesc-MT), promove o evento em parceria com a Associação de Promoção da Viola Caipira de Poxoréu (Avicpox) e Prefeitura Municipal de Poxoréu. As apresentações musicais irão correr nos dias 29 e 30 (sexta-feira e sábado).

Os artistas João Carreiro e a dupla Brenno Reis e Marco Viola se apresentam no palco principal. Além deles, outros 14 nomes regionais estão entre as atrações da concha acústica. O presidente do Sistema Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, lembrou que essa edição marca o retorno do encontro após um intervalo de dois anos em decorrência da pandemia da Covid-19.

“É um evento aberto à população, que representa um recorte importante da cultura regional e da música mato-grossense, por meio da viola caipira. O Sistema Fecomércio-MT fica honrado em ser parceiro desta grande iniciativa que valoriza a cultura, um dos pilares da atuação do Sesc em Mato Grosso”, declarou Wenceslau Júnior.

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A presidente da Avicpox, Juscinete Souza Reis, prospecta que aproximadamente 14 mil pessoas visitem o local nos dois dias do encontro. “A expectativa é de que será uma grande festa. As acomodações em Poxoréu estão todas reservadas, as pessoas estão procurando pousadas em Primavera do Leste e Rondonópolis para poder participar da programação completa”, informou.

O Sindicato Rural do município também é parceiro do evento. A entrada é gratuita nos dois dias do encontro.

*Lançamento em Cuiabá*

Cerca de 10 mil pessoas compareceram ao lançamento do 18º Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu, no Parque das Águas, em Cuiabá, nesse domingo (24.07), realizado pela Fecomércio-MT. O evento, que contou com apresentações de João Ormond e Bruna Viola, arrecadou aproximadamente uma tonelada de alimentos não perecíveis que serão destinados ao Mesa Brasil, programa que combate a fome e o desperdício em todo o país.

*SERVIÇO*
*18º Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu*
Quando: 29 e 30 de julho
Onde: Sindicato Rural de Poxoréu (R. Paraíba, 645 – Centro, Poxoréu)
Entrada gratuita

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*SHOWS*
*PALCO PRINCIPAL*
Sexta (29.07)
João Carreiro
Delley e Dorivan

Sábado (30.07)
Brenno Reis e Marco Viola

*CONCHA ACÚSTICA*
Sexta (29.07), a partir das 18h30
Aurélio Miranda e Aurélio Filho
Leide e Laura
Trio Viola Raiz
Goiano e Paranaense
Catira “Os Diamantes”
Juliana Andrade
Divino e Donizete

Sábado (30.07), a partir das 18h30
Peão Carreiro e Silvano
Fernando e Osmair
Pâmela Viola e Karoline
Mococa e Paraíso
Zé Mulato e Cassiano
“Os Guarás” com Ferreirinha e Joari
Irmãs Barbosa

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No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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