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Administração do Mercado do Porto tem missão de retomar espaço turístico do local

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Para reforçar a modernização e a transparência na administração do Mercado do Porto “Antônio Moisés Nadaf”, o prefeito Abilio Brunini oficializou, por meio do Decreto nº 10.878, a criação do Conselho Gestor do espaço. Além disso, em reunião realizada na praça de alimentação do espaço, na tarde de sábado (22), foram entregues os primeiros certificados de autorização provisória para o uso dos boxes que estavam interditados, eliminando de vez a atuação de atravessadores que cobravam taxas para resolver pendências.

Durante a reunião, que contou com a presença de vereadores, secretários municipal e diversos permissionários do mercado, Abilio destacou que a nova gestão do Mercado do Porto será conduzida diretamente pela Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, rompendo com antigos modelos de intermediação. “Nosso compromisso é transformar o Mercado do Porto num verdadeiro cartão-postal de Cuiabá, assim como os grandes mercados de outros estados. Com o Conselho Gestor, representantes de categorias como hortifrúti, açougue, peixes, queijos e demais segmentos terão voz ativa na administração deste importante espaço”, afirmou Brunini.

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Sob a nova estrutura, o Conselho Gestor – presidido pelo secretário da Pasta, Fernando Medeiros, e vice-presidido pelo secretário adjunto, Gustavo Vandoni – terá papel fundamental na implementação de melhorias e na regularização dos permissionários. O decreto também flexibiliza o prazo para a apresentação dos alvarás referentes aos últimos três anos, permitindo que, por meio do “Termo Provisório de Permissão Remunerada de Uso”, com validade de 180 dias, os comerciantes possam regularizar suas pendências.

A medida possibilita que os boxes interditados retomem suas atividades, promovendo a retomada das operações e o dinamismo econômico do mercado. A responsabilidade pela organização e manutenção das áreas comuns – incluindo serviços de higiene, limpeza e segurança – ficará a cargo da Prefeitura, em parceria com as secretarias de Ordem Pública, Obras, Limpurb e Agricultura e Trabalho.

Ao eliminar os intermediários e estabelecer um diálogo direto com os permissionários, a gestão de Abilio Brunini reafirma seu compromisso com a eficiência e o desenvolvimento sustentável do Mercado do Porto. “A partir de agora, a administração do mercado é feita diretamente pela Prefeitura, sem a cobrança de taxas indevidas por atravessadores. Estamos trabalhando para que este espaço se torne um ponto turístico e cultural de destaque em Cuiabá”, concluiu o prefeito.

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Essa iniciativa representa um novo capítulo para o Mercado do Porto, que se prepara para consolidar sua posição como um polo de tradição, inovação e turismo na capital mato-grossense.

Também estiveram presentes no debate as vereadoras Michelly Alencar, Baixinha Giraldelli e Katiuscia Manteli, além dos vereadores Rafael Ranalli e Demilson Nogueira. Também participaram os secretários municipais: Nivaldo de Almeida Carvalho Junior (Planejamento), Juliana Palhares (Ordem Pública), Ana Karla (Comunicação), Fellipe Corrêa (Agricultura), Johnny Everson (Cultura) e Fernando Medeiros (Turismo).

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio Brunini usando camisa cinza e discursando no Mercado do Porto. Abaixo temos imagens de uma galeria de fotos mostrando a reunião com os permissionários do mercado, secretários e vereadores.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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