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Baixinha garante troca de lâmpadas no Pedra 90 e diz que não dará holofotes para

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Cuiabá

15/01/2025
Baixinha garante troca de lâmpadas no Pedra 90 e diz que não dará holofotes para “encrenqueiros”

Da Assessoria – Vereadora Baixinha Giraldelli

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A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), realizou mais uma ação em prol da comunidade do bairro Pedra 90. Desta vez, por meio de protocolo solicitando a troca de lâmpadas do bairro, a Secretaria de Serviços Urbanos enviou uma equipe na noite desta terça-feira (14), para realizar o serviço.

Mas, no momento em que a equipe de serviços chegou ao local, a parlamentar começou a ser desacatada pelo presidente do bairro e sua filha. Eles acusaram Baixinha de estar fazendo “fake news” e que não teria sido ela a pessoa responsável pela solicitação da troca das lâmpadas. A vereadora pediu a ordem de serviço para equipe e mostrou ao presidente que o pedido estava em seu nome. Mesmo assim, pai e filha insistiram na agressão verbal contra a vereadora durante toda execução de serviço da equipe da Secretaria.

É necessário destacar que foram realizados 13 protocolos pela vereadora na última semana, na Secretaria de Serviços Urbanos, com pedidos de serviços em vários bairros, do qual foi massivamente divulgado na mídia. Entre os serviços protocolados estava o da troca de lâmpadas do bairro Pedra 90.

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Sendo assim, é preciso esclarecer que o serviço da troca de lâmpadas foi oficialmente feito em nome da vereadora.

Além de desacatar a parlamentar, ambos, pai e filha estão fomentando ataques de ódio para a vereadora em uma rede social.

Sobre isso, Baixinha já pontua que irá tomar as medidas jurídicas necessárias, começando com um boletim de ocorrência e deixará nas mãos dos seus advogados.

Ela também reforça que não iria entrar em discussão para levar aplausos pela ação. Segundo Baixinha, o que importa é que a comunidade estará mais segura com lâmpadas novas. A vereadora ressalta que pediu como parlamentar a troca por ser seu dever como fiscalizadora do povo. Por isso, protocolou este e outros pedidos.&nbsp

“Não fui eleita para discutir com pessoas, mas sim para tentar entender as situações. Este senhor veio me desacatar. Acho que ele como presidente do bairro tem que aplaudir ações como essa e não criticar. Busquei benefício para comunidade, não entendo o porquê ir contra uma ação boa para todos. Como sou vereadora, protocolei o pedido na Secretaria e pedi que fossem urgentemente trocar as lâmpadas e assim foi feito. O que importa é a segurança do povo”, dispara ela.

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Vale lembrar que as ações da vereadora são todas documentadas e sem viés político. Baixinha explica que foi eleita para atender toda sociedade e não entrar em discussão que não beneficie a qualidade de vida da população.

“Fui eleita para tentar acabar com as dificuldades das pessoas e não bater boca com quem está afim apenas de criar problemas, que quer holofotes, um encrenqueiro. Eu e minha equipe vamos seguir na busca do melhor para todos e quem tiver algum questionamento sobre nossas ações, nosso gabinete está aberto para sanar qualquer dúvida”.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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