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Câmara de Cuiabá e Secretaria Municipal de Saúde definem data de início do mutirão de cirurgias eletivas

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Cuiabá

26/06/2024
Câmara de Cuiabá e Secretaria Municipal de Saúde definem data de início do mutirão de cirurgias eletivas
A Câmara de Cuiabá e a Secretaria Municipal de Saúde definiram nesta quarta-feira (26.06), que o mutirão de cirurgias eletivas terão início no dia 4 de julho deste ano, tendo estimativa inicial de serem realizados mais de 1000 procedimentos mensalmente. Os recursos são oriundos de emendas impositivas dos parlamentares com o objetivo de reduzir a fila de espera.
O presidente do Legislativo, vereador Chico 2000 (PL), valorizou o encontro de alinhamento e reiterou que os vereadores farão uma vistoria no antigo Pronto-Socorro da Capital, local onde serão executados os procedimentos cirúrgicos.
“Na reunião entre os vereadores e secretário de saúde, definimos com relação às cirurgias eletivas, as quais terão início em 4 de julho. Próxima semana vamos fazer uma vistoria no pronto-socorro. Estando tudo correto, 4 de julho inicia-se as cirurgias eletivas, ação esta dos 25 vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá”, celebrou, relembrando que a iniciativa de empenho de emendas para a saúde é um ato coletivo dos vereadores em favor da população.
Durante o encontro, o secretário de governo, Júnior Leite, apresentou um planejamento para a execução das cirurgias, estipulando que, a meta, é de 1080 procedimentos por mês, seguindo o sistema de regulação, sem qualquer discriminação a moradores que não são residentes da Capital. Ficou acordado ainda que a Secretaria Municipal de Saúde vai enviar um relatório mensal aos parlamentares, dando publicidade referente a destinação e execução dos recursos.&nbsp
Chico também pediu que a população faça a atualização do seu cadastro de informações junto a Secretaria Municipal de Saúde. As emendas para a Saúde foram aprovadas na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2024, que estima a receita total do município em R$ 4,4 bilhões. A votação foi feita no último dia 22 de janeiro.
Estiveram presentes os vereadores Chico 2000 (PL), Raufrides Macedo (MDB), Sargento Vidal (MDB), Demilson Nogueira (PP), Wilson Kero Kero (PMB), Kassio Coelho (Podemos), Marcus Brito (PV), Pastor Jeferson (PSD), Dilemário Alencar (União Brasil), Renivaldo Nascimento (PSDB), Fellipe Corrêa (PL), Rogério Varanda (PSDB), Michelly Alencar (União Brasil) e Sargento Joelson (PSB). Além do secretário-adjunto de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Paulos Rós, Secretário de Saúde, Deiver Teixeira, e o secretário de Governo, Júnior Leite.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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