Cuiabá
Câmara Municipal homenageia policiais militares com moção de aplausos
Cuiabá
Secom | Câmara de Cuiabá 
Nesta quarta-feira (27), a Câmara Municipal de Cuiabá concedeu Moções de Aplausos a representantes da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à sociedade. A iniciativa, liderada pelo presidente da Casa, vereador Chico 2000 (PL), destacou o trabalho de unidades como a Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (RAIO), o Corpo Musical da PM, a Cavalaria da PM e outros policiais que contribuem para a segurança pública na região.
Reconhecimento ao trabalho dos PMs
A proposição legislativa das Moções de Aplausos é uma forma de homenagear pessoas e instituições que impactam positivamente a sociedade. Durante a solenidade, o vereador Chico 2000 enfatizou a importância do reconhecimento público ao trabalho árduo da Polícia Militar.
“Essa é uma justa homenagem pelos relevantes serviços prestados pela Polícia Militar. Esse reconhecimento público é um incentivo para que os policiais continuem realizando um excelente trabalho em prol da nossa comunidade. É preciso valorizar quem luta diariamente pela segurança da população”, destacou Chico 2000.
O evento contou com a participação de diversas autoridades, entre elas o vereador eleito T. Coronel Dias, que também expressou gratidão pela homenagem:
“Agradeço ao presidente Chico 2000 e aos demais vereadores por reconhecerem o trabalho da Polícia Militar. Nosso compromisso é garantir a lei e a ordem, e é gratificante saber que a Câmara está ao nosso lado nessa missão. Trago um abraço do 10º Batalhão e reforço que podem sempre contar com a PM, assim como contamos com esta respeitável Casa”, afirmou o tenente-coronel.
Atuação do RAIO ganha destaque
O comandante do RAIO, tenente-coronel Wesmensandro Rodrigues, destacou o papel da unidade na luta contra a criminalidade em Cuiabá e em todo o estado.
“O RAIO é uma unidade jovem, mas que já demonstra resultados expressivos no combate ao crime. Ser reconhecido pela Câmara, por meio do presidente Chico 2000, é uma honra para todos os policiais que trabalham incansavelmente. Esse reconhecimento é também um estímulo para continuarmos prontos para enfrentar os desafios e proteger nossa população”, ressaltou.
Homenageados
A cerimônia destacou os seguintes policiais:
- Tenente-Coronel PM Luiz Fernando Oliveira Dias
- Coronel PM Francyanne Siqueira Chaves Lacerda
- Tenente-Coronel PM Tiago Costa Gomes
- Tenente-Coronel PM Wesmensandro Auto Rodrigues
- Major PM Lucas Adreo
- Major PM Lucimar Borges Gonçalves
- Tenente Marcelo da Silva Lima
- Subtenente Marcelo Neves Fernandes
- 2º Sargento Gilmar Rodrigues dos Santos
- Cabo PM Waldiney Moura de Almeida
- Cabo Flavio Humberto Fragoso Lima
A Moção de Aplausos reforça o papel fundamental da Polícia Militar na construção de uma sociedade mais segura e reconhece o empenho de cada policial que atua na defesa da ordem pública. O evento foi marcado por emoção e gratidão, destacando o compromisso conjunto entre Legislativo e Segurança Pública.
 
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio
A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).
O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens.
O áudio e o teor da gravação
O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.
O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo.
Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio.
Reação política e jurídica
Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto.
O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.
Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática.
Posicionamento da redação do PNB Online
Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.
Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade.
Contexto mais amplo
O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)
Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.
Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.
Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.