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Cirurgias eletivas são pauta de reunião entre vereadores e secretário de saúde de Cuiabá

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Cuiabá

23/04/2024
Cirurgias eletivas são pauta de reunião entre vereadores e secretário de saúde de Cuiabá

Os vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá se reuniram na tarde desta terça-feira (23.04), com o secretário de saúde do município, Deiver Teixeira, para tratar sobre os cerca de 30 milhões de reais que o Legislativo destinou para cirurgias eletivas. O encontro foi mediado pelo presidente Chico 2000 (PL), com a presença dos vereadores Lilo Pinheiro (sem partido), Demilson Nogueira (Progressistas), Dídimo Vovô (PSB), Jeferson Siqueira (PSD), Wilson Kero Kero (PMB), Rogério Varanda (PSDB), Cezinha Nascimento (UB), Kássio Coelho (Podemos), Sargento Vidal (MDB), Sargento Joelson (PSB) e Maysa Leão (Republicanos).

O secretário Deiver esclareceu que o encontro teve como objetivo tratar sobre o proceder da secretaria municipal, para que o recurso destinado a saúde fosse aplicado de forma produtiva para a população cuiabana.

“Nós conseguimos explicar os vereadores, ao presidente da Câmara como vai funcionar a dinâmica da regulação para que as pessoas possam fazer as cirurgias e diante disso a gente traçou algumas coisas. Em um prazo de 15 dias nós estaremos encaminhando um planejamento para essas cirurgias e diante desse planejamento, a gente, de forma conjunta, fará uma discussão com o presidente e os demais vereadores e assim daremos encaminhamentos para esses procedimentos junto a nossa população”, relatou Deiver.

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Chico 2000 reforçou que o encontro foi excelente, e muito efetivo em tratar mais sobre o assunto, planejando zerar a fila de cirurgias no município.

“Extremamente importante a reunião, muito boa, presença maciça dos vereadores, e assim, a Câmara fazendo a sua parte, fazendo seu papel, para que nós possamos ajudar a população da nossa cidade, a população do nosso Estado”, finalizou o vereador.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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