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Com moção inédita, vereadora Maysa homenageia profissionais do marketing de Cuiabá

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Cuiabá

08/05/2024
Com moção inédita, vereadora Maysa homenageia profissionais do marketing de Cuiabá

A vereadora Maysa Leão (Republicanos), homenageou na Sessão Solene desta quinta (08.05) os profissionais do marketing de Cuiabá. A parlamentar, que tem a sua vida atrelada ao marketing digital, homenageou ao todo 75 profissionais que atuam na área. A moção, até então, é considerada inédita no Palácio Paschoal Moreira Cabral.

“Hoje eles receberão essa homenagem e o nosso aplauso pelos trabalhos prestados. É um mercado que aquece outros mercados. E eu tenho muito orgulho de fazer parte do mercado de marketing e acredito muito que nós evoluímos porque cada indivíduo dentro desse mercado está sempre se provocando, estudando, ampliando os saberes e levando isso pra sociedade”, declarou a vereadora Maysa na Tribuna.

Célia Alves, fundadora do coletivo Comunicadoras com A, foi uma das homenageadas da solenidade. “É uma honra, eu trabalho com publicidade há mais de 20 anos e realmente ter esse reconhecimento por atuar no mercado e principalmente pela criação de um coletivo que se tornou um movimento a favor das mulheres que trabalham com publicidade e comunicação no estado é realmente um prazer enorme porque eu consigo trazer para o mercado toda a importância de a gente poder qualificar essas mulheres para poder incentivar e valorizar também”, declarou a publicitária.

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Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Mato Grosso, SINAPRO, o Sr. Cláudio Cordeiro, também recebeu a moção. “Eu fiquei bastante surpreso pelo convite, tendo em vista que como profissional do marketing, a gente carece de&nbsp reconhecimento, premiação até tem, mas não tem um reconhecimento da profissão. Então, aqui, de antemão, quero parabenizar a vereadora Maysa Leão por essa iniciativa. Por mais que eu seja presidente do Sindicato das Agências, também a gente não faz esse trabalho. Inclusive, despertou em mim essa necessidade desse reconhecimento”, declarou o sindicalista.

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Cláudia Luz, publicitária e conselheira da CPMMT – Confraria de Marketing de Mato Grosso, foi homenageada e assumiu a presidência da Sessão durante as entregas das honrarias: “É uma sensação maravilhosa de que todo investimento que a gente faz nas nossas carreiras e junto com os colegas no mercado estão fazendo sentido. O marketing cada vez é mais relevante pra gente pensar e estabelecer valor entre as empresas ou entre o negócio ou entre as marcas. Então é um reconhecimento muito bacana que faz a gente pensar que tudo que a gente fez ao longo da carreira faz sentido. Muito obrigada.”

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No dispositivo de honra, fizeram a composição a vereadora Maysa Leão, e os profissionais de marketing: Caroline de Araújo – coordenadora da graduação em Publicidade e Propaganda da UNIVAG, Célia Alves – fundadora do coletivo Comunicadoras com “A”, Cláudio César Cordeiro – presidente do SINAPRO, Cláudia Luz – conselheira do CPMMT e Patrícia de Assis Garcia – presidente do CPMMT.

Da Assessoria&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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