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CPI dos Cabos, Comissão do BRT, PL que proíbe rolezinhos de moto – Eduardo Magalhães presta contas sobre trabalhos no Parlamento Cuiabano

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Cuiabá

20/02/2025
CPI dos Cabos, Comissão do BRT, PL que proíbe rolezinhos de moto – Eduardo Magalhães presta contas sobre trabalhos no Parlamento Cuiabano
Da Assessoria – Vereador Eduardo Magalhães&nbsp
Nesta quinta-feira (20), o vereador pastor Eduardo Magalhães (Republicanos) prestou contas sobre o andamento dos seus trabalhos no Parlamento Cuiabano. Entre eles, a direção de importantes Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e a criação de relevantes projetos de lei que vão de encontro à segurança e o bem-estar da população.&nbsp
O parlamentar criou, recentemente, uma comissão para acompanhar as obras do BRT (Bus Rapid Transit). A atitude foi tomada depois que o Governo do Estado rescindiu o contrato com o consórcio responsável pelo empreendimento. Magalhães diz que a situação exige muita atenção e que não é justo que as obras fiquem paradas, como infelizmente tem acontecido na Capital.
Outra situação que fez o vereador criar mais uma comissão na Câmara foi o descaso com que a Energisa, as empresas de telefonia fixa e móvel, de internet banda larga e de televisão por assinatura, vêm fazendo com a população. O objetivo é ouvir quais medidas estão sendo adotadas para a prevenção e solução de problemas ligados aos serviços oferecidos aos clientes. E também saber o motivo de tantos fios abandonados nos postes, um problema que impacta tanto na aparência da cidade, quanto na segurança e funcionamento da rede elétrica.
E para valorizar&nbsp e incentivar o esporte entre os cuiabanos, o vereador apresentou e teve aprovado, o Projeto de Lei 230/2024 que institui no Calendário Oficial de Eventos do município de Cuiabá, a “Semana Municipal do Voleibol”, como evento esportivo, educacional, social e cultural, a ser comemorado, anualmente, na semana em que se celebra o aniversário da cidade. A propositura deve virar lei nos próximos dias, pois já foi encaminhada à Prefeitura.
“Sabemos que são inúmeros os benefícios que o esporte traz para a sociedade. E este projeto que criamos, pode servir inclusive, como um meio de identificar e desenvolver talentos locais, oferecendo oportunidades para que atletas possam treinar e competir em níveis mais altos, podendo mesmo levar à possibilidade de bolsas de estudos ou participação em equipes profissionais”, especifica o vereador.&nbsp
Eduardo Magalhães também quer acabar com ‘rolezinhos’ de moto em Cuiabá. Para isso, apresentou o Projeto de Lei 18/2025. O objetivo é adotar medidas necessárias para reprimir eventos relacionados a questão e pedir que a Secretaria de Mobilidade Urbana e a Secretaria de Ordem Pública, atuem em conjunto com as autoridades policiais para a adoção de medidas administrativas aos infratores.
O vereador argumenta que a prática é “importada” de outros locais e gera desordem e muitas vezes, vandalismo nos locais em que ocorre. Ele também afirma que os “rolezinhos” provocam medo em pedestres e motoristas.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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