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Cuiabá terá reforço financeiro para a Avenida Contorno Leste, recapeamento asfáltico, segunda etapa do Mercado do Porto e projeto de eficiência energética

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Publicada na edição desta sexta-feira (19), a Lei Complementar 546/2024, que autoriza a Prefeitura de Cuiabá a contratar uma operação de crédito com o Banco do Brasil no valor de R$ 139 milhões. O aporte financeiro, com juro de 7% ao ano, será destinado à abertura de créditos especiais na lei orçamentária vigente, de até R$ 75 milhões, para programas e ações de eficiência energética, incluindo a instalação de usinas fotovoltaicas. Além disso, créditos suplementares na lei orçamentária vigente, de até R$ 64 milhões, serão divididos entre programas e ações de obras de infraestrutura viária e mobilidade urbana (Avenida Contorno Leste e recapeamento asfáltico) e obras de infraestrutura e revitalização do Mercado Antônio Moysés Nadaf, o Mercado do Porto.

Nesta semana, o projeto de lei recebeu 16 votos favoráveis da Câmara Municipal. “Quando a proposta é boa, adequada, viável e mostra a verdade, desmente todas as fake news de que Cuiabá está quebrada. A aprovação de um empréstimo desse valor pelo Banco do Brasil é o maior testemunho de que Cuiabá está com a saúde financeira em ótimo estado, com capacidade de pagamento e de endividamento”, declarou o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

Considerando anos de defasagem desde a elaboração técnica para as obras, redução de ICMS e a pandemia causada pela Covid-19, o gestor reafirmou a necessidade do aporte. “Sem esse empréstimo, as obras não seriam concluídas. O Contorno Leste, por exemplo, é uma obra iniciada em 2019. Olha a mudança de preços de lá para cá: o preço de tudo, do salário mínimo ao combustível, do aluguel de maquinário ao custo da mão de obra, tudo mudou. Teríamos uma enorme dificuldade sem esse financiamento”, disse.

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Outro exemplo é o Mercado do Porto (Antonio Moysés Nadaf), cujo projeto é de 2012 e foi atualizado em 2018. “Seis anos depois, fizemos um grande aporte de recursos do tesouro municipal e agora faltava apenas essa parcela de cerca de R$ 4 milhões para a conclusão da obra. Isso nos dá a tranquilidade necessária para entregar essas grandes obras, esses grandes empreendimentos que irão valorizar muito Cuiabá e beneficiar a população cuiabana até o final do nosso mandato. Não foi a falta de dinheiro que causou o atraso dessas obras, mas a complexidade do processo.”

Ele ainda ponderou que o Mercado do Porto, com um projeto de 2012, precisou ser resgatado, atualizado e ampliado para se tornar esse ícone que já está encantando a sociedade. Isso demandou tempo, projetos, articulação política em Brasília e apoio do deputado federal Emanuelzinho, e dos senadores Jaime Campos e Wellington Fagundes. “Destravar esses projetos às vezes leva seis meses apenas para uma atualização. Não é fácil, mas graças a Deus estamos destravando tudo. Estamos na última etapa e agora é trabalhar, trabalhar e trabalhar.”

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Ainda em relação aos 17,3 km do Contorno Leste – a maior via estruturante já construída por uma gestão municipal – Pinheiro detalhou que “foram mais de três mil desapropriações. Até a finalização do processo, mudança de traçado do projeto, levar tudo à Caixa Econômica e ao Banco do Brasil, foi um trabalho árduo. Só quem está na posição de gestor sabe o que é realizar uma obra pública, especialmente uma obra como o Contorno Leste, que é meu sonho e será a maior avenida da história de Cuiabá. Vamos entregá-la à população cuiabana graças ao espírito de resiliência e superação dos cuiabanos.”

A via interligará, com pista dupla, ciclovia e lâmpadas de LED, a região do Jardim Industriário até a Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), beneficiando diretamente mais de 50 bairros, abrangendo cerca de 250 mil pessoas. A Prefeitura de Cuiabá já executou 6,5 km da via (nos dois sentidos, perfazendo 13 km).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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