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Dídimo rebate insinuações de Abílio, mas adota tom conciliador com a Mesa Diretora da Câmara

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Cuiabá

19/02/2025
Dídimo rebate insinuações de Abílio, mas adota tom conciliador com a Mesa Diretora da Câmara

Da assessoria – Vereador Didimo Vovô&nbsp

O vereador Dídimo Vovô (PSB) utilizou seu tempo de fala na tribuna da Câmara Municipal, durante a sessão ordinária desta segunda-feira, 17 de fevereiro, para abordar dois temas relevantes à sua legislatura.
Em primeiro lugar, fez questão de rebater rumores, supostamente disseminados pelo prefeito Abílio, que teria solicitado investigação para verificar se ele possuía cargos comissionados e se teria indicado parentes para funções no setor público.
Dídimo foi categórico ao afirmar que, caso Abílio deseje informações sobre sua vida pública, não há necessidade de utilizar recursos públicos para investigações, bastando apenas perguntar diretamente a ele. O vereador ressaltou que nunca indicou parentes para cargos públicos e declarou enfaticamente:
“Não tenho prima, primo, mãe, cunhado, sogra. Ninguém da minha família trabalha na prefeitura, na Câmara, nem no Estado. Nunca fiz tais indicações, até porque minha família não precisa disso. Zero! Esse é o número de parentes que tenho em cargos públicos indicados por mim.”
Sobre os rumores que circulavam nos bastidores da Câmara a respeito de um possível desentendimento entre ele e a atual Mesa Diretora — composta por um grupo de mulheres —, Dídimo também foi claro e adotou um tom conciliador. Dirigindo-se à presidente Paula Calil (PL), afirmou que não há qualquer conflito que necessite de ajustes. Apesar de a atual composição não ter sido sua escolha, lembrou que a Mesa foi eleita democraticamente e que cabe a ele respeitar e contribuir da melhor forma possível para o andamento dos trabalhos legislativos.
O vereador também destacou que, na legislatura anterior, não integrou nenhuma das duas Mesas Diretoras e que, inclusive, votou contra ambas. No entanto, após a eleição, sempre adotou uma postura de colaboração, tanto na gestão do ex-vereador e atual deputado estadual Juca do Guaraná quanto na presidência do vereador Chico 2000.
“Meu voto nunca foi de cabresto. Me posicionei contra as Mesas Diretoras da legislatura passada porque eram escolhas pessoais do ex-prefeito Emanuel Pinheiro. Entretanto, a partir do momento em que foram eleitas democraticamente, tornei-me parceiro e mantive um bom relacionamento com os presidentes. Por isso, presidente Paula Calil, digo à senhora: da minha parte, não há desentendimentos ou pendências. O que existe é respeito e o desejo de que esta Mesa faça uma gestão eficiente, respeitando o Regimento Interno e garantindo que os trabalhos aqui realizados tragam os melhores resultados para a população”, finalizou Dídimo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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