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Em homenagem à sua memória e contribuição inestimável, prefeito decreta luto oficial de três dias pelo falecimento de Dona Eulália

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Cuiabá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, decretou luto oficial durante o período de três dias pelo falecimento da senhora Eulália da Silva Soares, que morreu aos 90 (noventa) anos, no dia 28 de outubro de 2024. Eulália da Silva Soares nasceu em 13 de janeiro de 1934.

Personalidade cuiabana mantinha há quase 70 anos a tradição do bolo de arroz cuiabano, prato típico de Mato Grosso e um dos principais símbolos da cultura regional. Eulália da Silva Soares deixa 8 filhos, 22 netos e 34 bisnetos.

“Com profundo pesar, recebi a notícia do falecimento da querida Dona Eulália, que sempre se dedicou à preservação de nossa cultura por meio da culinária. Eulália representava a alma da nossa terra, mantendo viva uma parte essencial da história e dos costumes da nossa Cuiabá. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares e amigos, pedindo a Deus que conforte a todos. Em homenagem à sua memória e contribuição inestimável, decretei luto oficial de três dias. Eulália nos deixa, mas seu exemplo de vida e dedicação à família e permanecerá para sempre em nossos corações”, declarou o prefeito.

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Carismática, Eulália foi tema de centenas de reportagens e em 2021, foi homenageada em uma exposição fotográfica como ‘Mestre da Cultura’, o evento de Dona Eulália também teve música, videoclipe, livro e tela. Ela sempre será um marco da cultura tradicional cuiabana, com seu inconfundível chá com bolo, feito com muito amor e tradição.

O Decreto 10.565/2024 foi publicado na edição que circula nesta terça-feira (29) de outubro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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