Cuiabá
Gestão Emanuel Pinheiro entrega mil notebooks para unidades da rede pública municipal
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado entregou, de forma simbólica, nesta quarta-feira (4), notebooks para coordenadoras pedagógicas de unidades que atendem a Educação Infantil. Com essa ação, a gestão Emanuel Pinheiro entrega cerca de 1 mil notebooks para assessores pedagógicos, diretores de Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), Centros Educacionais Infantis Cuiabano (CEIC), Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) e creche, melhorando condições de trabalho na área da educação.
Os equipamentos vão auxiliar as coordenadoras no planejamento e organização das práticas pedagógicas e no desenvolvimento de atividades dentro das unidades educacionais, melhorando a prestação de serviços aos estudantes.
Durante a entrega dos equipamentos, a secretária destacou os resultados positivos da educação pública cuiabana evidenciados no avanço constante dos índices e enfatizou a necessidade do poder público de continuar investindo e valorizando os profissionais. “Estamos cumprindo com nosso dever, buscando as melhores condições para que a educação continue avançando cada vez mais. O prefeito Emanuel Pinheiro e a primeira-dama Márcia Pinheiro reconhecem o importante trabalho realizado pelas coordenadoras pedagógicas que atuam junto as crianças da 1ª infância. Hoje a nossa Educação Infantil é vista no Brasil inteiro como referência. Temos um caminho longo pela frente, sabemos disso, mas continuaremos, porque a educação que queremos está em um patamar acima da que temos hoje”, salientou Edilene Machado.
As sete coordenadoras pedagógicas que receberam os notebooks, representando todas as unidades, estavam bastante emocionadas. Agradeceram a confiança da gestão e falaram sobre as suas experiências e transformações pessoais e profissionais, proporcionados por uma gestão humanizada, que valoriza as pessoas, e o legado positivo da gestão. “A rede hoje é totalmente diferente, a criança é realmente criança, com oportunidades efetivas de estudar e descobrir”, disse a coordenadora pedagógica Lilian Lima da Silva Gonçalves, do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Aliane Fátima Rodrigues Monteiro.
A coordenadora pedagógica Suzete Gomes Pereira, do CEIC José Luiz Borges da Silva fez um depoimento emocionado sobre sua trajetória na educação. Primeira da família a cursar o nível superior, lembrou do orgulho da mãe, ao ser indicada para a função. “Quando fui indicada para, precisava ver o orgulho da minha mãe. Agradeço a todos em especial à secretária, pelas oportunidades que me foram oferecidas e que eu agarrei com unhas e dentes. Tent fazer o meu melhor para as crianças e, esse notebook vai auxiliar no trabalho de rotina da unidade e também na busca por mais conhecimento que se transforma no desenvolvimento das crianças”, disse Suzete.
Também participaram da entrega dos notebooks, o diretor de Gestão Educacional, Marco Antonio Alves Braga, a coordenadora técnica de Ensino, Eliane Quinhone e o coordenador de Organização Curricular, Jairo Pereira de Souza.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio
A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).
O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens.
O áudio e o teor da gravação
O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.
O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo.
Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio.
Reação política e jurídica
Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto.
O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.
Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática.
Posicionamento da redação do PNB Online
Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.
Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade.
Contexto mais amplo
O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)
Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.
Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.
Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.