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Gestão transformadora zera fila de cirurgias e revoluciona atendimentos no HMC

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O mutirão de cirurgias realizado no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) trouxe alívio para mais de 100 pacientes que aguardavam procedimentos ortopédicos. A iniciativa, que começou no último sábado (11), conseguiu zerar a fila de espera em menos de uma semana, com a realização de 126 cirurgias. Desse total, 117 pacientes já receberam alta médica – alguns deles aguardavam essa notícia há mais de 30 dias.

A ação foi viabilizada graças ao suporte financeiro do Governo do Estado, que garantiu a compra das Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) necessários para os procedimentos. Na sexta-feira (10), o governador Mauro Mendes e o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, visitaram a unidade e constataram a situação de superlotação, que impossibilitava a admissão de novos pacientes devido à falta de recursos para materiais cirúrgicos.

O secretário adjunto de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Dr. Eduardo Andraus Filho, explicou que 70% dos atendimentos do HMC são da área de ortopedia, destacando a importância de priorizar essa especialidade. “A ortopedia é o carro-chefe do hospital. Conseguimos viabilizar os materiais necessários para que todos os pacientes internados pudessem realizar seus procedimentos e retornar para casa com o tratamento definitivo”, afirmou.

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Dr. Eduardo ressaltou ainda os esforços da gestão para contratar uma empresa que forneça OPMEs de forma regular, evitando a recorrência de problemas de abastecimento. Segundo ele, o credenciamento da empresa, com valores baseados na tabela do SUS, permitirá uma maior previsibilidade financeira, garantindo que os fornecedores sejam pagos pontualmente e evitando o acúmulo de dívidas.

“O dinheiro para essas cirurgias vem do Ministério da Saúde, mas enfrentávamos dificuldades para negociar e pagar os fornecedores. Agora, com o credenciamento e a negociação de preços, conseguiremos manter o abastecimento e evitar crises futuras”, explicou o secretário.

Enquanto a contratação definitiva da empresa está em andamento, o Estado segue fornecendo os materiais necessários para atender à demanda do HMC.

Entre os beneficiados pelo mutirão está Jaedson Amorim da Silva, que ficou internado por 20 dias no HMC após sofrer um acidente de moto e fraturar a tíbia. Ele descreveu a emoção de finalmente poder ir para casa.

“Foi um período muito difícil. Ficar tanto tempo esperando sem saber quando seria operado é angustiante. Hoje, depois de passar pela cirurgia, sinto uma alegria imensa. Só quero voltar para casa, estar com minha família e me recuperar. Agradeço a todos os profissionais que me ajudaram nesse momento tão complicado”, disse Jaedson.

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Conforme a secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Barboza Sampaio, o mutirão é um marco importante na recuperação da capacidade de atendimento do HMC, que agora busca garantir soluções sustentáveis para manter a qualidade dos serviços prestados à população.

“A realização desse mutirão é apenas o começo do que a nossa gestão pretende fazer por Cuiabá. Estamos comprometidos em transformar a saúde pública da nossa cidade, garantindo que os pacientes tenham o atendimento digno e ágil que merecem. Agora, nossa luta será para manter essa rapidez nas cirurgias e garantir que o HMC continue operando com eficiência. Sabemos dos desafios, mas estamos trabalhando incansavelmente para que a unidade seja um modelo de qualidade e cuidado com a população”, afirmou a secretária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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