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Kássio Coelho propõe Dia dos Cooperadores da Igreja Assembleia de Deus em Cuiabá

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Cuiabá

02/05/2024
Kássio Coelho propõe Dia dos Cooperadores da Igreja Assembleia de Deus em Cuiabá
Em uma iniciativa voltada para reconhecer e valorizar o papel essencial dos cooperadores da Igreja Assembleia de Deus, o vereador Kássio Coelho (Podemos) propôs o projeto de lei 74/2024, no dia 25 de abril, que institui o Dia Municipal do Cooperador da Igreja Assembleia de Deus na cidade.
A proposta estabelece o dia 1º de agosto como a data oficial para celebrar e reconhecer os membros dedicados que desempenham um papel vital na comunidade religiosa local. Segundo o vereador, a proposta visa destacar a importância do serviço voluntário e do compromisso cristão dos cooperadores, promovendo a união e o fortalecimento espiritual entre os fiéis da igreja e a sociedade cuiabana.
“O Dia do Cooperador da Igreja Assembleia de Deus em Cuiabá será uma oportunidade para destacar o testemunho de fé e serviço desses membros para toda a comunidade. Suas vidas refletem os valores cristãos de humildade, generosidade e comprometimento, inspirando outros a se engajarem no serviço ao Reino de Deus e no bem-estar da sociedade cuiabana como um todo”, argumentou Kássio Coelho.
Ele justificou ainda que a celebração da data fortalecerá os laços de união e comunhão entre os membros da Igreja Assembleia de Deus em Cuiabá, sendo um momento de gratidão, encorajamento mútuo e renovação espiritual, promovendo a coesão e o espírito de família dentro da congregação.
Caso seja aprovada na Casa de Leis e sancionada pelo prefeito, a legislação será regulamentada no prazo de 90 dias.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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