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Limpurb prevê retirada de 600 toneladas de lixo descartado irregularmente no Jardim Humaitá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realiza uma operação intensiva para eliminar um bolsão de lixo no bairro Jardim Humaitá, na região sul da capital. Até o momento, cerca de 200 toneladas de resíduos já foram removidas, totalizando 80 caminhões de caçamba carregados. A expectativa é que, até o fim da semana, aproximadamente 600 toneladas sejam encaminhadas para o aterro sanitário.

Somente entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, a Limpurb atuou em cerca de 15 pontos de descarte irregular, retirando mais de 2 mil toneladas de resíduos da zona urbana. Entre os materiais encontrados no Jardim Humaitá, há restos de construção civil, pneus, animais mortos, caixas de madeira, restos de poda de árvores, sofás, geladeiras, acessórios de bicicleta e lixo doméstico, já recolhidos regularmente pelo serviço de coleta.

A operação conta com retroescavadeiras, pás carregadeiras, caminhões trucados e caminhões toco, garantindo rapidez e eficiência na remoção dos resíduos e na destinação ambientalmente correta do material recolhido.

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Atualmente, a Limpurb monitora 50 pontos críticos de descarte irregular na capital. A fiscalização é realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública, em parceria com a Limpurb, com base na Lei Complementar nº 4/1992, que regula o Código Sanitário e a Defesa do Meio Ambiente.

O artigo 500, inciso I, da legislação vigente, estabelece multas a partir de R$ 818,90 para quem descartar lixo domiciliar ou materiais em locais inadequados, como ruas, terrenos baldios, rios, praças e outras áreas públicas ou privadas não edificadas.

O diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira, reforça que o descarte irregular compromete a limpeza urbana e traz prejuízos à saúde pública. “É um problema recorrente que impacta toda a cidade. Estamos trabalhando de forma intensiva para eliminar esses focos de lixo e contamos com a colaboração da população para manter Cuiabá limpa. O serviço de coleta regular e o programa Cata-treco estão disponíveis para que os resíduos sejam descartados corretamente, sem prejuízos ao meio ambiente e à qualidade de vida da população”, destacou.

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Para evitar o descarte irregular, os moradores podem utilizar o serviço Cata-treco, que coleta objetos inservíveis e os encaminha ao aterro sanitário. Materiais em bom estado são destinados a cooperativas de reciclagem. O agendamento pode ser feito pelo telefone (65) 3645-5518 ou pelo WhatsApp (65) 99243-6502.

#PraCegoVer

A imagem mostra um bolsão de descarte irregular de lixo no bairro Jardim Humaitá. Há uma grande quantidade de entulho e resíduos, incluindo caixas de papelão, pedaços de madeira, galhos de árvores, restos de móveis e até um boneco de pelúcia. No lado esquerdo da imagem, uma pá carregadeira, removendo os resíduos. Ao fundo, há vegetação com árvores.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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