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Operação tapa-buracos desencadeada pela Prefeitura de Cuiabá atende as quatro regiões da cidade

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“Nós já começamos a operação tapa-buracos em todas as regiões de Cuiabá, área central, região do CPA, Norte, Sul, Leste e Oeste. Estamos com equipes espalhadas por toda Cuiabá”, afirmou o vice-prefeito e secretário municipal de Obras Públicas, José Roberto Stopa. A previsão é que, até o final de julho, a cidade esteja em uma situação totalmente diferente em relação aos buracos. Na programação desta segunda-feira (24) estão: Avenida Acácia, no bairro CPA 1; no Distrito Industrial, a Rua A, que contempla o Residencial Marechal Rondon e regiões do Residencial Alice Novack, Nilce Paes Barreto e Águas Claras; bairro Despraiado, região do Bom Clima e Santa Marta.

O tapa-buracos já beneficiou diversos bairros, como Santa Rosa, Avenida Antártica, Sucuri, Altos do Parque, Pedra 90, Bela Vista, Jardim Industriário II, Recanto do Sol, entre outros.

Ele refoçou que as equipes estão atuando por todas as regiões exatamente para agilizar o atendimento. “Acredito nisso e vamos trabalhar com esse objetivo. Levantamos os pontos mais críticos e estamos atacando as regiões mais críticas, principalmente agora a área central, e a partir daí chegar a vários bairros. Inúmeros deles já concluímos, como Pedra 90, Senhor dos Passos, Santa Cruz 1, Jardim Universitário. Estamos na região do CPA, Wantuil de Freitas, na Avenida Marechal Rondon”, relatou Stopa.

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É natural que os moradores reivindiquem atendimento para o seu local, mas a Secretaria de Obras tem mapeado toda a cidade e sabe o que precisa ser feito. “Mas a certeza é que a gestão Emanuel Pinheiro não medirá esforços para atender todas as regiões. É impossível atender a todos ao mesmo tempo, mas chegaremos a todos os lugares. A determinação do Prefeito Emanuel Pinheiro é melhorar a situação das vias públicas da nossa querida Cuiabá e, para isso, está em ação o programa tapa-buracos, além das obras de pavimentação asfáltica em diversos bairros. Lugares que enfrentam lama na época da chuva e poeira no tempo seco, em breve, serão cobertos pela lama asfáltica”, disse Stopa, ao citar o Jardim Presidente 1 e o Parque Cuiabá, onde as obras para o início do asfalto já foram lançadas. Entre outros que serão lançados, como é o caso do Jóquei Clube, na próxima semana.

GRANDE CPA

Na região do Grande CPA, as ações também estão em andamento. Quarta-feira, 19, ruas do Morada da Serra começaram a ser asfaltadas, mudando consideravelmente o visual do local para a alegria dos moradores.

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Outras vias da região, como a Avenida Curió, tiveram a obra de tapa-buracos concluída em toda a extensão da via. E diversas estão em execução, como: Alameda 2, Avenida Tuiuiú, Avenida Urubu Rei, Pica-Pau, CPA 3ª e 5ª Etapas, e Rua Joinville, no CPA 1.

“A demanda é grande, mas as ações estão acontecendo. Todos os bairros da Região Norte estão previstos para serem beneficiados, assim como os bairros das outras regiões. São muitos os pedidos e as equipes estão fazendo um pouco de cada lado para amenizar a situação”, disse Audo Galvão, administrador da Regional Norte.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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