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Prefeito Emanuel Pinheiro mantém tarifa social de R$ 1 para participantes do Enem neste domingo (10)

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, irá manter a medida estabelecida por decreto municipal para a cobrança da tarifa social, no valor de R$ 1, para aqueles que participarão da segunda etapa das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorrerá neste domingo (10). A normativa estará em vigor entre 0h01 e 23h59 do dia 10 de novembro e será publicada em edição suplementar da Gazeta Municipal desta quinta-feira (07).

“O objetivo é oferecer o suporte necessário em uma data tão importante, facilitando o acesso dos candidatos aos locais de prova e tornando sua jornada mais tranquila e acessível,” declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Outra ação da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), será a disponibilização de ônibus extras para atender os candidatos do Enem. As linhas reforçadas incluem as rotas 605, 711, 517, 311, 313 e 308, assegurando acesso a todos os locais de prova. Ao todo, quinze veículos estarão posicionados em pontos estratégicos da capital, como nos terminais CPA I, II e III, Pedra 90 e Osmar Cabral, entre outros.

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A Semob monitorará e ajustará as operações de transporte público conforme necessário para garantir que o Enem transcorra com tranquilidade para todos os candidatos da cidade. Caso você seja um dos participantes, fique atento aos horários e itinerários das linhas de ônibus reforçadas para assegurar uma viagem tranquila até o local da prova.

Além disso, agentes de trânsito estarão presentes nas áreas próximas aos locais de prova para assegurar a fluidez do tráfego.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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