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Prefeitura busca solução para evitar fechamento de escola filantrópica

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Cuiabá

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, esteve na noite de segunda-feira (10) na Escola Filantrópica Irmão Praeiro, localizada no bairro Jardim Vitória, para discutir a renovação do convênio entre a Prefeitura e a instituição. A unidade, que atende 120 crianças na educação infantil (3 a 5 anos) e estudantes do ensino fundamental (6 a 11 anos), enfrenta o risco de fechamento, e a gestão municipal busca alternativas para mantê-la em funcionamento.

Durante a reunião com pais e a direção da escola, Brunini solicitou que as famílias apresentassem a documentação dos alunos e justificassem a importância da instituição. O objetivo, segundo o prefeito, é levar as informações ao Ministério Público para reforçar a necessidade de continuidade das atividades.

“A minha missão como prefeito não é fechar escolas, e sim abrir mais unidades de ensino. Vamos buscar todas as alternativas para que essa escola continue funcionando”, afirmou Brunini.

Atualmente, a Prefeitura de Cuiabá repassa R$ 250 por aluno da educação infantil e fornece a merenda escolar para a instituição. A escola conta com quatro salas destinadas à educação infantil e nove para o ensino fundamental, atendendo principalmente alunos dos bairros Jardim Vitória, Silvanópolis, Paraisópolis e Jardim União.

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A diretora da unidade, Genilia Godoes, reforçou que a escola funciona em dois turnos e atende uma comunidade que depende do serviço educacional. Pais e responsáveis aguardam a definição do convênio e o posicionamento do Ministério Público sobre a continuidade das atividades na unidade.

A reunião foi acompanhada pela vereadora Katiuscia Mantelli, que é oriunda da região e foi a solicitante da reunião na comunidade.

#PraCegoVer

A imagem principal mostra o prefeito Abilio, de camisa cinza, discursando para uma plateia, na Escola Filantrópica Irmão Praeiro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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