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Prefeitura de Cuiabá informa nova interdição na avenida Miguel Sutil

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), informa que foi iniciada uma nova fase de interdição na Avenida Miguel Sutil, devido às obras do Complexo Viário do Jardim Leblon. Foram instalados gelos baianos para servir de bloqueio no redirecionamento do fluxo de tráfego, trancando a via e movendo para o outro lado, fazendo assim um fluxo e contrafluxo. Uma de quem vem da Miguel Sutil para a rodoviária e outra da Miguel Sutil para o Coxipó.

A medida garante a circulação durante os reparos.

As intervenções incluem um fluxo e contrafluxo no sentido Miguel Sutil-Coxipó, como parte dos trabalhos de manutenção na cabeceira do viaduto. A alteração permanecerá até o dia 31 de janeiro, podendo ser concluída antes, caso o andamento da obra permita.

A nova fase da obra, que inclui a construção de uma trincheira no sentido Miguel Sutil-Rodoviária, tem previsão de duração de oito meses. A Semob recomenda que os condutores planejem seus trajetos com antecedência e utilizem as vias alternativas sugeridas para reduzir os transtornos durante o período de interdição.

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Essa intervenção faz parte de um projeto realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra). A trincheira do Jardim Leblon, um dos principais componentes do Complexo, está sendo construída na Avenida Miguel Sutil, no sentido Coxipó-Rodoviária, e envolve a escavação de um túnel, além de outras melhorias.

#PraCegoVer

Há veículos circulando em uma via onde ocorre uma intervenção, uma escavadeira e barreiras de proteção.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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