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Prefeitura e Governo firmam parceria para conclusão de Centro Médico Infantil

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A gestão municipal de Cuiabá fortaleceu, nesta quinta-feira (13), sua parceria com o Governo do Estado para garantir avanços na saúde pública. O prefeito Abilio Brunini e o vice-governador Otaviano Pivetta vistoriaram as obras do antigo Pronto-Socorro, que está sendo transformado na nova sede do Centro Médico Infantil (CMI). Durante a visita, Abilio solicitou o cofinanciamento do Estado para acelerar a entrega da unidade, prevista para 90 dias, conforme acordo firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT).

O prefeito destacou a importância do apoio estadual para viabilizar a entrega do hospital dentro do prazo. “Pedi ao vice-governador Otaviano Pivetta esse apoio, e ele já sinalizou que na segunda-feira nos dará um retorno sobre os trâmites orçamentários. Pela conversa que tivemos, tenho quase certeza de que vai dar certo. Também já solicitei apoio dos deputados para o custeio desse espaço e da Santa Casa. Tenho confiança de que o governo do Estado será nosso parceiro nessa missão”, afirmou Abilio.

A nova unidade de saúde será essencial para desafogar o atendimento pediátrico da Santa Casa de Misericórdia, que atualmente enfrenta dificuldades para suprir a demanda. Segundo a secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena, a estrutura contará com um atendimento moderno e bem equipado, incluindo consultórios para pediatras, setores de emergência divididos por nível de gravidade (vermelho, amarelo e verde), além de laboratório, tomografia, raio-x e leitos ampliados.

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O promotor de Justiça Milton Mattos, que acompanhou a vistoria, elogiou as alterações propostas no projeto e destacou a ampliação da estrutura. “O novo projeto reorganizou os fluxos de atendimento, melhorou a circulação, aumentou o número de leitos e modernizou a recepção. Saio encantado com o que vi hoje”, declarou.

A vereadora Michelly Alencar, presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, ressaltou a importância da fiscalização e do alinhamento entre os poderes. “O antigo Pronto-Socorro estava abandonado, e agora estamos trabalhando para entregar um hospital infantil de qualidade. Fizemos reuniões com o Ministério Público, a Secretaria Estadual e a Secretaria Municipal para garantir que essa obra saia do papel dentro do prazo. O apoio do governo do Estado será fundamental para essa entrega, que é uma demanda urgente para as famílias cuiabanas”, afirmou.

Com a parceria reforçada entre prefeitura e governo estadual, a expectativa é que o novo Centro Médico Infantil seja entregue dentro do prazo estipulado, garantindo um espaço moderno e adequado para o atendimento pediátrico em Cuiabá.

Os vereadores Ilde Taques, Alex Rodrigues e Michelly Alencar também acompanharam a agenda.

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#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio Brunini, de camisa cinza, mostrando um projeto de obra e conversando ao lado de Pivetta, de terno cinza. Os vereadores Ilde e Michelly também estão na imagem, em uma sala pequena onde ocorre a abora do Centro Médico Infantil.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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