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Presidente da AFRIBOMT ressalta importância da campanha Fevereiro Roxo em Tribuna Livre

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Cuiabá

18/02/2025
Presidente da AFRIBOMT ressalta importância da campanha Fevereiro Roxo em Tribuna Livre
Nathany Gomes – Assessoria de Imprensa da Vereadora Paula Calil
A convite da presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), a presidente da Associação Mato-grossense de Fibromialgia (AFRIBOMT-DL), Carmem Miranda, destacou, durante a Tribuna Livre em sessão ordinária desta terça-feira (18), a importância da conscientização sobre o tema.
Neste mês, acontece a campanha nacional “Fevereiro Roxo”, voltada para o combate à fibromialgia, lúpus e Alzheimer. Somente no estado, de acordo com a AFRIBOMT, a fibromialgia acomete cerca de 80 mil pessoas.
Na ocasião, Carmem chamou a atenção do Poder Público para a efetividade das políticas públicas relacionadas à doença e pediu a sensibilidade dos gestores para atender aos anseios dos pacientes.
“Eu sou portadora de fibromialgia, uma doença invisível, sem cura, que já atingiu mais de 80 mil pessoas em Mato Grosso. Hoje, quero trazer à tona essa questão, que muitas vezes passa despercebida em nossa sociedade, e pedir às prefeituras e aos governos que deem mais atenção ao setor da saúde, garantindo tratamento adequado e atendimento prioritário, que tanto precisamos. Esse é o nosso desejo”, pontuou.
A fibromialgia é uma doença sem cura, caracterizada por fadiga, sono não reparador, dores e depressão. Sua maior prevalência é em mulheres com idade entre 30 e 50 anos. Durante todo este mês, diversas ações são realizadas em todo o país para fortalecer a rede de apoio, promover o diagnóstico precoce e ampliar o conhecimento sobre a doença e seus tratamentos.
Carmem também abordou outra questão muitas vezes invisível para a população: o preconceito.
“A fibromialgia não tem marcas aparentes, e isso dificulta nossa identificação na sociedade. Mas a dor existe e está presente todos os dias, tanto no corpo quanto na alma”, declarou.
A vereadora Paula Calil, por sua vez, lamentou a alta incidência da doença, especialmente entre as mulheres, e afirmou que irá atuar junto à Prefeitura de Cuiabá para garantir um melhor atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) do município.
“É muito triste ver milhares de mulheres, e também homens, sendo acometidos todos os anos. Saibam que vocês têm aqui uma vereadora que irá lutar por seus direitos e garantias, buscando proporcionar uma melhor qualidade de vida. A Casa está de portas abertas para acolhê-los”, afirmou a presidente da Câmara.
No Brasil, estima-se que a enfermidade atinja entre 2% e 3% da população, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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