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Procurador de Justiça e primeira-dama de Cuiabá debatem projetos

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Cuiabá

O atendimento integral a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Cuiabá foi o tema de uma reunião entre o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado e a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha íris. O pedido de agenda partiu da parlamentar e serviu para discutir propostas para melhorar a qualidade de vida e do atendimento recebido pelo público infantojuvenil com TEA na Capital.

Titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, Paulo Prado destacou a importância de buscar um consenso e de aprimorar o diálogo com o Município.

“Para nós é muito mais importante o consenso, o diálogo, a conciliação, do que ter que judicializar. Antes de decidir qualquer coisa, você tem que olhar a criança. Ela é prioridade absoluta. A gente percebe que é preciso ter um olhar profissional, diferenciado e individualizado para crianças e adolescentes com TEA nas redes de ensino e na rede de saúde”, enfatizou Paulo Prado.

O procurador de Justiça disse que as portas estão abertas para um diálogo franco na busca por caminhos consensuais que atendam esse público e suas famílias dentro da escola, no transporte escolar, na unidade de saúde, para que facilite a vida dessas pessoas.

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“Ser autista não é problema, ser autista não é doença. Mas o Município precisa enxergar que o autista existe, que ele tem direito. Que os tratados internacionais, a Constituição Federal, as leis federais garantem um olhar diferenciado às crianças e aos adolescentes com TEA. Foi um diálogo aberto e forte sobre o que precisamos melhorar na educação, nos CADs, inclusão nas creches, junto aos Conselhos Tutelares e a preparação para receber e acolher mães”, pontuou Paulo Roberto Jorge do Prado.

Samantha Íris foi a vereadora mais votada em Cuiabá na eleição do ano passado. Mãe de um casal, sendo um deles com TEA, disse que conhece bem os desafios de oferecer atendimento integral a crianças e aos adolescentes. “É uma sensibilidade por viver essa situação isso faz com que a gente tenha um olhar mais apurado para entender o que essas famílias passam. A nossa busca é justamente por soluções, tanto na saúde, quanto na educação, com a abertura desse diálogo com o Ministério Público. Estar aqui debatendo soluções é um passo importante para a construção de melhores caminhos para nossas crianças e jovens”, avaliou a primeira-dama.

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De olho em iniciativas pioneiras em nível de Brasil, a primeira-dama se colocou à disposição para uma atuação mais assertiva que atenda às necessidades de crianças e adolescentes. “Como vereadora de primeiro mandato, também estou num momento de aprendizado. Preciso saber como posso ajudar como vereadora e primeira-dama. Se os projetos nas áreas sociais, de saúde, educação e legislativa que tenho em mente podem ser inseridos no contexto de Cuiabá pela melhoria da qualidade de vida das pessoas. Fiquei feliz em saber que podemos contar com apoio do Ministério Público”, concluiu.

Com Ministério Público/MT

*#PraCegoVer*

A imagem mostra uma sala da justiça, sendo o gabinete do procurador da justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, onde ele está reunido com a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha íris. O cenário, ao fundo, é composto por elementos que demonstram o poder judiciário.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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