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Projeto ‘Eu Candeeiro’ leva 54 crianças do Jardim Florianópolis ao Centro Histórico de Cuiabá

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Cinquenta e quatro alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Antônia Tita Maciel de Campos, localizada no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá, participaram nesta terça-feira (28) das atividades do projeto “Eu Candeeiro”, promovido pela Prefeitura de Cuiabá por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer. “O projeto Eu Candeeiro tem como principal objetivo fortalecer o ambiente de convivência, bem-estar e lazer no Beco do Candeeiro – Centro Histórico e trazer o cidadão cuiabano para o coração da cidade luz”, disse o produtor executivo do projeto, Wellington José Andrade Souza.

A programação foi dividida em duas turmas, manhã e tarde, com alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental, com idades entre 6 e 8 anos. Acompanhados pelos coordenadores do projeto e professores da escola, os estudantes percorreram os principais pontos da região do Centro Histórico, como as ruas do Meio, de Cima e de Baixo.

Durante todo o percurso, para espantar o clima frio presente na capital desde o fim de semana, o grupo Camerata Musical levou diversão com músicas animadas que contavam um pouco da rica história da cidade verde. “É satisfatório ver o sorriso estampado no rosto das crianças, muitas das quais não têm a oportunidade de vir ao centro, pois moram em um bairro distante”, declarou Wellington José.

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O secretário interino de Cultura, Esporte e Lazer destacou que o objetivo do projeto é resgatar a cultura do Centro Histórico, reintroduzindo programações no Beco do Candeeiro, que foi restaurado e reformado pela gestão do prefeito Emanuel Pinheiro em maio de 2021.

Em virtude do feriado de Corpus Christi celebrado nesta quinta-feira (30), a programação do projeto “Eu Candeeiro” retornará na próxima semana, com atividades a partir de quarta-feira, 5 de junho.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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