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Sancionada lei que declara Grupo Flor Ribeirinha Patrimônio Cultural Imaterial de Cuiabá

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Cuiabá

31/01/2025
Sancionada lei que declara Grupo Flor Ribeirinha Patrimônio Cultural Imaterial de Cuiabá

Da Assessoria – Vereador Eduardo Magalhães&nbsp

O prefeito Abilio Brunini sancionou nesta quarta-feira, 28 de janeiro, (11) um projeto aprovado pela Câmara Municipal de Cuiabá que declara o Grupo Flor Ribeirinha Patrimônio Cultural Imaterial de Cuiabá. Agora, a nova lei nº 7.217 de 28 de janeiro de 2025, de autoria do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), será publicada na Gazeta Municipal, para começar a produzir efeitos.
Criado há 30 anos, o grupo de Siriri nasceu na Comunidade São Gonçalo Beira Rio, localizada no distrito do Coxipó da Ponte às margens do Rio Cuiabá. O grupo, que integra a Associação Cultural Flor Ribeirinha, tem como principal objetivo preservar as tradições culturais e incentivar a sua continuidade através da formação de uma nova geração de artistas populares.
O vereador fez questão de fazer uma breve explanação sobre o legado do Flor-Ribeirinha, sua visibilidade na mídia, seu reconhecimento como símbolo da cultura cuiabana e mato-grossense e o seu destaque na divulgação da cultura regional, tanto em apresentações no Brasil e quanto no exterior. Disse ainda que Associação Cultural Flor Ribeirinha trabalha na manutenção e divulgação da cultura popular, especialmente do Siriri e do Cururu.&nbsp
“Essa associação produz ações impactantes: entre os destaques estão suas oficinas artísticas, o projeto Semente Ribeirinha com várias atividades artísticas para crianças e ainda o projeto Flor da Idade voltado para adultos. A lei veio para assegurar ao Grupo Flor Ribeirinha, seus valores históricos, culturais e sociais”, contextualizou Eduardo Magalhães ao comemorar a aprovação da medida.&nbsp
A fundadora do grupo, Dona Domingas disse que a criação da lei, fica para a história do grupo, de Cuiabá e de Mato Grosso.
“O pastor Eduardo Magalhães foi o primeiro vereador que teve essa iniciativa, que para nós é abençoada. Agradecemos a todos os outros vereadores e ao prefeito que votaram para que o Flor-Ribeirinha fosse reconhecido com essa lei. Só temos que agradecer a Deus. &nbspA família Flor-Ribeirinha e a comunidade de São Gonçalo Beira Rio ficaram muito emocionados com o reconhecimento”, declarou dona Domingas.
O diretor artístico e neto de dona Domingas, Avinner Augusto, acrescentou que a tradição é a alma de um povo e que o vereador está de parabéns em preservar as raízes da cultura popular, valorizando suas características&nbsp
&nbsp”Essa lei representa um ato de amor por Cuiabá. O Flor Ribeirinha, para além da dança, para além da música, para além dos gestos, representa a alma do povo Cuiabano e trouxe para o povo da terra o orgulho do pertencimento, nosso muito obrigado ao vereador Eduardo Magalhães pelo reconhecimento”, concluiu Avinner.&nbsp
O Flor-Ribeirinha participou de várias competições internacionais e já conquistou títulos na Turquia (2017), Polônia (2021) e na Bulgária (2022). Em 2023, venceu o “Cheonan World Dance Festival” na Coréia do Sul, considerado o segundo maior evento de dança folclórica do mundo, tornando-se o primeiro grupo brasileiro a ganhar a competição. O Grupo apresentou espetáculos que ressaltaram a cultura popular brasileira, em especial o Siriri e o Boi Bumbá. Em 2018 o grupo saiu em turnê pela Europa, apresentando o espetáculo “Dançando o Brasil” para mais de 500 mil expectadores. Suas apresentações já passaram pela Itália, França, Peru e Paraguai.&nbsp
BEM IMATERIAL
No projeto, o parlamentar ainda explicou sobre o que é um bem imaterial: é um bem cultural que não pode ser tocado, ou seja, que não pode ser percebido através do tato e não possui matéria, podendo ser citados como exemplos, práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes e modos de fazer celebrações formas de expressão cênicas, atividades musicais ou lúdicas em lugares como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas. Vale destacar que o instrumento de Tombamento de Bens Imateriais é relativamente novo, foi instituído por Gilberto Gil quando Ministro da Cultura, e veio preencher uma lacuna importante no que se refere à preservação de bens culturais. O instrumento já foi usado com sucesso no tombamento de várias outras manifestações da cultura cuiabana e brasileira.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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