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Secretária alinha ações contra poluição sonora em Cuiabá com a Polícia Civil

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Cuiabá

A Secretaria Municipal de Ordem Pública (SORP), sob o comando da secretária Juliana Chiquito Palhares, se reuniu com representantes da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso e debateu ações conjuntas para o combate à poluição sonora em Cuiabá. A reunião aconteceu na última terça-feira (7).

Conforme Juliana Palhares, que também é delegada, ações efetivas já estão sendo realizadas pela secretaria desde o início dos trabalhos na secretaria, como a reavaliação de autorizações.

“A Prefeitura vai verificar se esses estabelecimentos denunciados. Ele está irregular? Ele cumpre com as suas obrigações? Então, toda essa parte procedimental que compete ao município será reavaliada, para ver se ele ainda vai ter autorização de funcionamento ou se nós vamos revogar essa licença e fechar esse estabelecimento por essas irregularidades”, afirmou a secretária.

Representaram a PJC o diretor metropolitano da Polícia Civil, Wagner Bassi Júnior o com coordenador da Central de Flagrantes de Cuiabá, delegado Flávio Braga. Segundo Juliana, o alinhamento é necessário para que as atividades sejam executadas de forma coordenada.

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“Essa reunião na Polícia Civil, que é minha casa, foi para parceria e alinhamento de ações sobre qual é a melhor forma de atuar em conjunto com as polícias Militar e Civil, especialmente nas operações integradas, que acontecem nos finais de semana com o GGI da Sesp. Nenhum problema, nenhum desafio, ele é resolvido sozinho. Temos que engajar diversas políticas públicas para atacar um problema”, apontou Palhares.

Além do alinhamento com a PJC, as atividades ainda englobam a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável.

A Secretaria de Ordem Pública ressalta a importância de oficializar a denúncia pelo Disque-denúncia por meio do contato 3616-9614 (WhatsApp) e o celular 99341-300 (das 22h às 3h). É importante informar o endereço completo com ponto de referência para atuação da fiscalização.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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