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Secretaria de Saúde de Cuiabá apresenta relatório do primeiro quadrimestre de 2024 em audiência pública na Câmara de Vereadores

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A equipe da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) apresentou, nesta sexta-feira (21), o relatório da pasta referente ao primeiro quadrimestre de 2024 (janeiro a abril), seguindo a Lei Complementar nº 141/2012, que determina que o gestor do Sistema Único de Saúde (SUS) apresente as informações referentes à produção, despesas e oferta de serviços na rede assistencial à saúde pública.

A assessora técnica da SMS, Nilva Maria Campos, fez a apresentação dos dados. Em relação à Atenção Primária, que engloba as unidades básicas de saúde, o relatório indicou que foram realizados 988.297 atendimentos/procedimentos em Cuiabá durante o primeiro quadrimestre deste ano. Isso representa um aumento de 25,85% em comparação ao mesmo período do ano anterior, que registrou 732.836 atendimentos.

Já a Atenção Secundária, que inclui UPAs, Policlínicas e outros serviços especializados, totalizou 2.982.328 procedimentos/atendimentos entre janeiro e abril, um aumento de 20,79% no atendimentos ambulatoriais e 18,01%, nas internações hospitalares com 15.968 atendimentos.

Na Atenção Terciária, que abrange os hospitais, foram realizadas 13.972 internações ao longo dos quatro meses, com um custo médio de 36.160.877,99. Um destaque da apresentação foi o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), que realizou 3.848 internações.

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Entre os diversos temas abordados, Nilva destacou o aumento da população idosa em Cuiabá, que subiu para 50.710 pessoas, representando 13,13% da população total. Também foi mencionado o crescimento no número de servidores efetivos da SMS, que agora são 4.237, correspondendo a 72,10% do quadro de servidores.

Todos os questionamentos dos vereadores presentes à Audiência Pública foram respondidos pelos técnicos da Secretaria Municipal de Saúde. Em sua intervenção, o secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira, enfatizou que, apesar da falta de apoio financeiro por parte do governo estadual, a gestão tem conseguido suprir as necessidades financeiras da saúde pública de Cuiabá.

“Mesmo após firmarmos um Termo de Compromisso com o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCMT) e o Ministério Público Estadual (MPE), o governo estadual não realizou os repasses dos recursos retidos da Conta do Fundo Estadual de Saúde (FES) destinados à Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), responsável pelo gerenciamento do Hospital Municipal de Cuiabá e do Hospital São Benedito. Grande parte dos atendimentos da atenção secundária e terciária vêm de municípios do interior de Mato Grosso”, declarou o secretário.

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Deiver concluiu agradecendo a oportunidade e destacando o trabalho em andamento na saúde de Cuiabá. “Estamos dedicados a fortalecer continuamente nosso sistema de saúde para garantir um melhor atendimento à nossa população. É importante ressaltar que estamos progredindo significativamente na expansão da cobertura da Atenção Básica em Cuiabá.

Com o aumento das equipes de atendimento, um projeto que está em fase finalização, nossa cobertura passará de 52% para 85% até o final deste ano. Este avanço será um grande benefício para nossa população, proporcionando acesso aos serviços essenciais de saúde”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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