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Secretário de Saúde e médicos participam de reunião no TCE para alinhar estratégias para a Mesa Técnica para quitação de dívidas

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Nesta segunda-feira (15), o secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira participou de uma reunião com o conselheiro Guilherme Maluf no Tribunal de Contas do Estado – TCE, para tratar sobre a saúde pública do município. Participaram também o secretário adjunto de Gestão, João Gustavo Volpato, o diretor de Atenção Secundária, Marcus Fabrício, o diretor-geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), Giovani Koch e médicos das empresas que prestam serviços de ortopedia e neurologia no Hospital Municipal de Cuiabá.

O objetivo principal da reunião foi alinhar estratégias para a Mesa Técnica encarregada do pagamento das dívidas da Prefeitura com as empresas de saúde. O conselheiro Guilherme Maluf enfatizou a importância de chegar a um consenso o mais rápido possível para que os serviços no HMC sejam retomados em sua totalidade. Ele reconheceu a disposição do prefeito Emanuel Pinheiro em resolver as pendências com os médicos e disse que espera que até a próxima semana tudo esteja funcionando normalmente no HMC.

Por sua vez, o secretário Deiver Teixeira expressou sua gratidão pela oportunidade e assegurou que a prefeitura está comprometida em efetuar os pagamentos assim que obtiver a autorização do TCE. “Recentemente fizemos uma reunião com os médicos no HMC e chegamos ao consenso que, tão logo o TCE conceda o aval, nós realizaremos os pagamentos pendentes”, revelou.

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O conselheiro Guilherme Antonio Maluf defendeu ainda a atualização da Programação Pactuada e Integrada – PPI  como uma forma de buscar mais recursos para a saúde da capital. Ele destacou que a PPI está defasada há pelo menos 11 anos, o que representa um grande desafio diante do crescimento populacional e das demandas por serviços de saúde. Maluf afirmou a necessidade urgente de revisão da PPI, visando destinar pelo menos R$ 50 milhões por ano para Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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