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Semob vai interditar trechos nas avenidas do CPA e Miguel Sutil

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Por conta das obras do Viaduto Complexo Leblon, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana vai interditar a partir de segunda-feira (17) o trecho da Avenida do CPA, localizada nas proximidades da loja de motos Honda, que dá acesso à Avenida Miguel Sutil sentido Avenida Fernando Corrêa da Costa. Também será interditado o trecho da Avenida Miguel Sutil que dá acesso à Avenida do CPA, onde veículos já saem nas proximidades do Mc Donalds.

A interdição do trecho deve durar quatro meses, e é necessária para garantir a segurança dos motoristas, por conta das obras de engenharia que serão feitas no local.

O acesso à Avenida Miguel Sutil, para quem segue pela Avenida do CPA no sentido Bosque da Saúde/CPA, será bloqueado no lado direito. Os motoristas deverão entrar pelo bairro Bosque da Saúde ou seguir pelo sentido rodoviária, utilizando a rotatória para acessar a via por cima.

A Semob orienta os condutores a utilizarem aplicativos de trânsito para identificar rotas alternativas e evitar áreas de maior congestionamento.

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#PraCegoVer#

A matéria é ilustrada com a imagem captada por drone de uma obra de viaduto na Avenida Miguel Sutil em Cuiabá. Nela, se visualiza a circulação de carros e um prédio comercial, ao fundo, com detalhes azul e branco.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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