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Sobrinha Ana Maria do Couto May reforça pedido pela reposição de busto

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Cuiabá

08/05/2024
Sobrinha Ana Maria do Couto May reforça pedido pela reposição de busto
Telma do Couto, sobrinha de Ana Maria do Couto, também mais conhecida em sua época como May, utilizou a tribuna livre da Câmara Municipal de Cuiabá durante a sessão ordinária desta terça-feira (07), para reforçar o pedido pela reposição do busto de Ana Maria do Couto, roubado em 2020.
O convite da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico, presidida pela vereadora Edna Sampaio (PT). A reposição já havia sido solicitado para a Comissão e foi apresentada aos 25 vereadores da Casa para os devidos encaminhamentos.
Telma ressaltou que luta há três anos pela reposição do busto e que ele foi doado pela família quando a praça Ana Maria do Couto May, localizada entre as ruas Manoel Garcia Velho e Diogo Domingos Ferreira foi inaugurada em sua homenagem , no bairro Bandeirantes, em Cuiabá.
“Minha tia morreu de câncer um mês após completar 46 anos. Em seus 45 anos de vida, ela fez muita coisa, contribuiu muito para a cultura local e para as diversas áreas que atuou. No entanto, além de suas realizações profissionais, o que mais a destacava era seu caráter íntegro e gentil. Ela lutou contra as adversidades desde sua infância em uma família pobre, indo para o Rio de Janeiro com uma bolsa de estudos e nunca esquecendo suas origens”, ressaltou.
“Estou aqui hoje para reforçar o pedido pela reposição do busto de Ana Maria do Couto, que foi encomendado por minha avó em 1972, quando a praça foi inaugurada, por meio de um projeto de lei que deu nome à praça. Agradeço a atenção de todos e espero que possamos honrar a memória e o legado de Ana Maria do Couto restaurando essa homenagem à sua altura”, completou Telma.
Quem foi Ana Maria do Couto?
Ana Maria do Couto foi uma esportista, professora, política, jornalista, advogada e posteriormente promotora da Justiça Militar. Ela foi campeã carioca de arremesso de disco pelo Fluminense em 1944, sendo a primeira pessoa a competir nacionalmente nessa modalidade.
Formou-se em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1944, tornando-se a primeira professora de Educação Física concursada no estado de Mato Grosso. Também foi atleta do Fluminense e presidente do Clube Esportivo Dom Bosco em seu período áureo. Ana Maria também foi vereadora pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em 1962, tornando-se a primeira presidente da Câmara Municipal em 1965.
Além disso, Ana Maria formou-se na primeira turma de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1962 e, em 1967, tornou-se a primeira promotora da Justiça Militar do estado.
O auditório da Câmara Municipal de Cuiabá, conhecido como “plenarinho”, foi batizado em homenagem a&nbsp Ana Maria do Couto e reinaugurado 2020. O espaço é utilizado para eventos comunitários e debates democráticos, como audiências públicas, cursos e palestras.
Letícia Corrêa/Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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