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Utilização de celulares em escolas e início das aulas em Cuiabá são debatidos pela Comissão de Educação

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Cuiabá

22/01/2025
Utilização de celulares em escolas e início das aulas em Cuiabá são debatidos pela Comissão de Educação
DA ASSESSORIA- Vereador Daniel Monteiro&nbsp
Na última segunda-feira (20), o vereador Daniel Monteiro (Republicanos) deu início à primeira reunião da Comissão de Educação na Câmara de Vereadores de Cuiabá, na qual ele ocupa a presidência nesta nova legislatura. Também participaram da reunião a vice-presidente da comissão, vereadora Michelly Alencar (UB), e o membro, vereador Mário Nadaf (PV).
Um dos temas discutidos foi o uso de celulares em salas de aula. A pauta teve como base a medida sancionada em 13 de janeiro pelo governo federal, que visa proteger a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, promovendo um ambiente escolar mais saudável e equilibrado. O parlamentar debateu formas de aplicar essa lei no município de Cuiabá.
“Temos uma sugestão para que o Executivo solicite às escolas a aquisição de caixas onde os estudantes possam depositar seus celulares no início das aulas e retirá-los ao final. Essa proposta já foi debatida no ano passado em âmbito estadual”, explicou Daniel Monteiro, destacando que a proibição do uso de celulares foi implementada em Mato Grosso antes da medida federal.
Outro ponto discutido foi o atraso no início da semana pedagógica, que deveria ter ocorrido. O parlamentar manifestou preocupação sobre o planejamento escolar.
“A semana pedagógica deveria ter começado, assim como está acontecendo em todo o estado de Mato Grosso”, pontuou Daniel Monteiro, presidente da Comissão de Educação da Câmara de Cuiabá.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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