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Vereador Marcrean cobra reativação da Companhia de Polícia Comunitária no Pedregal

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Cuiabá

03/06/2024
Vereador Marcrean cobra reativação da Companhia de Polícia Comunitária no Pedregal
Com o objetivo de garantir mais segurança para o bairro Pedregal e adjacentes, o vereador Marcrean Santos (MDB) se reuniu com o comandante do 1º Comando Regional de Cuiabá, coronel Wankley Corrêa Rodrigues, para reforçar o pedido da reforma e reabertura da Companhia de Polícia Comunitária do Pedregal.
Coronel Rodrigues, que inclusive foi o responsável pela Companhia do Pedregal por 7 anos, afirmou que a reativação da unidade é uma prioridade do 1º CR.&nbsp
“Já estamos conversando com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) para garantir a reforma e reativação da Companhia do Pedregal. Vamos fazer um levantamento das necessidades e buscar recursos com a secretaria. E contamos com o seu apoio”, destacou o coronel durante reunião com o vereador Marcrean.
O vereador citou que também já garantiu apoio do senador Jayme Campos e do deputado estadual Júlio Campos, por meio de emendas, para garantir a reforma da unidade.
Marcrean lembra que a Companhia de Policiamento do bairro foi inaugurada em 30 de abril de 2001. O prédio foi reformado com o apoio da própria comunidade, que reivindicava a base da PM.&nbsp
“Eu era presidente do bairro naquela época e foi um grande esforço de toda a comunidade para garantir o policiamento mais próximo. A base comunitária garantiu a aproximação da comunidade com a Polícia Militar. Foram anos de um trabalho muito importante, de muitas ações de cidadania. Mas, infelizmente, a unidade foi fechada e, desde então, venho tentando a reativação”.
A Companhia Comunitária do Pedregal está entre as primeiras instaladas em Cuiabá. A filosofia da Polícia Comunitária foi adotada em Mato Grosso em 2000, quando foram criadas as companhias do Pedra 90, em Cuiabá, e do Parque do Lago, em Várzea Grande. No ano seguinte, além da companhia do Pedregal também foram criadas companhias no São João Del Rey, Moinho, Santa Izabel, Três Barras e Jardim Imperial, em Várzea Grande, e mais duas no interior do Estado, em Cáceres e Rondonópolis.
“Quando as companhias foram criadas, era uma média de 40 homens atendendo a comunidade, com viaturas, motos e bicicletas. Depois de alguns anos, o número de policiais, ao invés de aumentar, foi sendo reduzido. Os investimentos foram caindo até que a companhia fechou, trazendo um grande prejuízo para a comunidade. Os moradores querem a companhia de volta, ampliando a sensação de segurança, além de todos os serviços que eram desenvolvidos junto à sociedade pelos policiais militares”, finaliza Marcrean.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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