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Vereadora Paula Calil apresenta PL de inclusão digital para idosos, e parecer é aprovado

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Cuiabá

13/03/2025
Vereadora Paula Calil apresenta PL de inclusão digital para idosos, e parecer é aprovado
Nathany Gomes – assessoria Vereadora Paula Calil&nbsp&nbsp
A presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), apresentou, em sessão ordinária desta quinta-feira (13), seu primeiro projeto de lei: o Programa Municipal de Inclusão Digital para Idosos.
A propositura nº 1317/2025 prevê a alfabetização digital da terceira idade por meio de capacitações promovidas em parceria com instituições de ensino, projetos sociais, ONGs, empresas de tecnologia e órgãos públicos. O objetivo é garantir maior independência aos idosos, facilitando o acesso a serviços públicos e ampliando as oportunidades de interação social.
Em sua justificativa, Paula afirma que a regulamentação, caso seja sancionada pela Prefeitura de Cuiabá, contribuirá para a redução dos índices de isolamento social e vulnerabilidade econômica.
“Sabemos que, com os avanços tecnológicos, muitos idosos acabam ficando à margem do acesso a serviços e informações, muitas vezes por falta de familiaridade com celulares, smartphones e internet. Essa exclusão digital limita não apenas a comunicação, mas também o acesso a serviços essenciais, aumentando o risco de golpes e outros crimes. Pensando nisso, propus esse projeto, que acredito ser extremamente benéfico”, declarou a parlamentar.
De acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022, Mato Grosso conta com mais de 282 mil idosos, sendo 56.258 residentes em Cuiabá.
Paula destaca a importância de um olhar humanizado para aqueles que, por décadas, se dedicaram ao cuidado de suas famílias e da sociedade.
“Hoje, tive a honra de apresentar meu primeiro projeto de lei, voltado àqueles que dedicaram uma vida inteira para que nós pudéssemos estar aqui: nossos idosos. Sejam eles pais, avós, tios ou qualquer ente querido, todos merecem nosso respeito e atenção”, finalizou.
O projeto de lei teve o parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) aprovado por 25 votos favoráveis em plenário e seguirá para votação nos próximos dias.
Audiência pública
Ainda nesta manhã, a vereadora propôs um requerimento para a realização de uma audiência pública a fim de debater a criação de pontos de apoio para motoristas de aplicativo, trabalhadores de entregas e transporte privado de passageiros na capital. O pedido foi aprovado pela maioria dos parlamentares.
“São trabalhadores que fazem a diferença em nossa rotina por meio da prestação de um serviço essencial. É preciso ouvi-los atentamente, assim como a administração pública, para que possamos propor melhores condições de trabalho, respeitando a competência de cada um”, pontuou.
Além disso, no dia 26 deste mês, será realizada uma audiência pública sobre Empreendedorismo Feminino. O evento acontecerá às 18h30, no plenário da Câmara Municipal, com a presença de autoridades e representantes da causa.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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