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Vereadora propõe sala de descanso para professores.

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Cuiabá

17/02/2025
Vereadora propõe sala de descanso para professores. “Este é um projeto legal”, afirma.
Da Assessoria – Vereadora Baixinha Giraldelli&nbsp
Visando garantir o bem-estar e a qualidade do ensino aos professores da rede municipal da capital, a vereadora Baixinha Giraldelli (SOL) propôs um projeto de lei que estabelece&nbsp a obrigatoriedade da instalação de sala de descanso para os professores com jornada de trabalho superior a seis horas diárias.
O projeto de lei deve passar pela apreciação dos parlamentares na sessão desta terça-feira (18).
Segundo Baixinha, a proposta, se aprovada, irá&nbsp proporcionar um ambiente adequado para o descanso, a recuperação e o bem-estar dos profissionais da educação.
“Todos os professores precisam ser acolhidos, além de ter um local onde possam descansar para seguir a jornada diária. Nossa proposta é legal e atende a todos esses profissionais que dedicam suas vidas à educação”, explicou.
A parlamentar narra no projeto a importância da educação, sendo um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Ela também destaca que os educadores, como agentes essenciais nesse processo, têm a responsabilidade de instruir, orientar e formar cidadãos preparados para os desafios do futuro.
“A rotina intensa e, muitas vezes, desgastante dos educadores exige que se criem condições adequadas para que possam se recuperar física e emocionalmente, de modo a manter a qualidade do ensino e preservar sua saúde”, descreve a justificativa do projeto.&nbsp
A proposta da sala de descanso deve atender aos seguintes requisitos: área privativa e reservada para os professores, de fácil acesso e localizada dentro do ambiente escolar mobiliário adequado, como poltronas confortáveis, mesas e locais para descanso equipamentos de conforto, como ventilação ou ar-condicionado, iluminação adequada e ambiente silencioso acesso a recursos como bebedouro de água mineral, geladeira e micro-ondas para aquecimento de alimentos.
Veto ao projeto inconstitucional da merenda para professores&nbsp
O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), vetou na última semana um projeto que permitia aos profissionais da educação se alimentarem no local de trabalho.&nbsp
Baixinha votou pela manutenção do veto. Ela ressalta&nbsp que o veto se deve a uma lei federal que impede que os trabalhadores usem o espaço reservado à merenda escolar para fazer suas refeições e se alimentarem da comida feita para os alunos.&nbsp
A vereadora acompanhou a decisão do prefeito para que o município não corra o risco de perder recursos federais destinados à alimentação dos alunos.
“Votei pelo veto da merenda do professor por ser inconstitucional. Sabemos o quanto todos nossos educadores merecem o melhor. Mas não podemos passar por cima da lei temos que respeitá-la”.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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