Esporte
1ª vitória de Senna no Brasil: Genialidade e muita resiliência
Curiosidades
Piloto entrou para a Fórmula 1 em 1984, porém só venceu em casa em 1991
Em 1991, no GP de Interlagos, São Paulo, Ayrton Senna da Silva cruza a linha de chegada em primeiro e vence pela primeira vez em casa. Senna já estava na Fórmula 1 desde 1984, correu pela Toleman, Lotus e McLaren, já era bicampeão da categoria e buscava o terceiro título, mas nunca havia vencido no Brasil.
Naquele 24 de Março de 1991, o clima estava chuvoso em Interlagos, o que aumentava ainda mais as esperanças dos brasileiros em ver Ayrton vencer em casa pela primeira vez ( era quase Imbatível em pista molhada) e além disso o brasileiro largava na Poli position.
Era realmente dia de Ayrton Senna que, liderou de ponta a ponta e venceu. A chegada de Ayrton reservou um dos momentos mais emocionantes para quem assistia a prova pela TV: a narração emocionante de Galvão, enquanto tocava a música tema da vitória. O piloto cruza a linha de chegada e comemora aos “berros,” uma mistura de Gritos e choro, não somente em razão da Vitória, mas sobretudo pelas dificuldades enfrentadas por ele durante a prova. Em entrevista após corrida, Senna afirmou que faltando 8 voltas para o fim da prova, perdeu todas as marchas restando-lhe somente a sexta.
“Eu achei que não ia ganhar por causa do problema no câmbio. Nas últimas duas voltas eu falei: se der vai ser no grito. Aí eu pensei comigo, eu lutei tanto, tantos anos para chegar isso. vai ter que dar! Vai ter que chegar em primeiro porque ele é maior que todos ( apontando para o céu) e ele vai me dar essa corrida”, Senna Em entrevista.
Após cruzar a linha de chegada e receber a bandeirada de Mihaly Hidasy, uma cena emblemática acontece. Os fiscais de prova que estão na pista para auxiliar Senna cujo carro parou, se abraçam, pulam e agitam a bandeira verde e amarela. O piloto tinha uma representatividade tão grande que, fazia com que cada brasileiro se sentisse um campeão, um vencedor. Não foi Ayrton Senna Quem ganhou, o Brasil ganhou.
Após a Vitória, no pódio ao lado de Ricardo Petrese e Gerhard Berger, era visível que o brasileiro estava extremamente debilitado, exausto em razão de sua entrega durante a prova. Com muita dificuldade e espasmos musculares, Senna levantou o troféu por alguns segundos.
Naquele ano Ayrton Senna sagrou-se tricampeão da Fórmula 1.
Cidades
Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis
A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.
O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.
Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.
Uma queda que chama atenção
A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:
- Início da gestão: R$ 4,10
- Primeira redução: R$ 3,00
- Valor atual: R$ 2,00
Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.
Mais do que tarifa: estrutura
A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.
Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.
Impacto direto na cidade
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.
Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.