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“O Menino Que Carregava Água na Peneira” foi finalizada este mês. O primeiro longa de ficção da Região do Araguaia em Mato Grosso é viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital Cine Motion – Produção Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Primeira etapa das gravações do filme “O Menino Que Carregava Água na Peneira” é finalizada

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A primeira etapa de gravações do filme “O Menino Que Carregava Água na Peneira” foi finalizada este mês. O primeiro longa de ficção da Região do Araguaia em Mato Grosso é viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital Cine Motion – Produção Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Livremente inspirado na poesia de Manoel de Barros, a obra apresenta um menino da zona rural que sonha em ser escritor. Ao descobrir sua vocação, embarca em uma jornada cheia de aventuras pelo fantástico País das Macaúbas para encontrar algo fundamental: um nome que represente quem ele é.

O Menino Que Carregava Água na Peneira, que é escrito e dirigido por Daniel Leite Almeida, conecta duas cidades do interior de dois Estados e regiões completamente diferentes: Mato Grosso, no Centro-Oeste, e Bahia, no Nordeste. Com isso, o filme une profissionais e saberes de dois territórios que, embora distantes geograficamente, compartilham desafios e potências do cinema feito fora dos grandes centros.

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Para o ator que interpreta o Menino, João Pedro Costa, protagonista da história, a experiência de conviver e atuar com artistas de outro Estado também tem sido enriquecedora. “É uma mistura de sotaques, com todo mundo junto. Conheci tanta gente de outros lugares e fiquei surpreso em conhecer novas culturas”, afirma.

O longa dá continuidade ao universo cinematográfico iniciado em Alice dos Anjos, vencedor de seis Candangos no Festival de Brasília e finalista do 22º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Esse é o filme que deu origem à trilogia homônima da qual também faz parte Alice Lembra, gravado entre novembro e dezembro do ano passado em Vitória da Conquista, na Bahia. Por isso, o município baiano foi o cenário das primeiras gravações de O Menino Que Carregava Água na Peneira, segunda parte da saga.

Além da potência narrativa, O Menino Que Carregava Água na Peneira busca profissionalizar realizadores do interior mato-grossense a partir da troca de experiências com profissionais do interior baiano.

“É uma possibilidade de contribuir com o meu território, com o lugar onde nasci e cresci. É levar adiante o que eu acredito do cinema enquanto espaço de formação”, afirma o diretor e roteirista Daniel Leite Almeida.

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Formado em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus do Araguaia, e em Cinema pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), ele ressalta que é muito comum que produções como essa recebam profissionais do eixo Rio-São Paulo para conduzir processos de formação e capacitação em audiovisual com realizadores que vivem longe dos grandes centros urbanos. O filme da Araguaia Produções busca romper com essa lógica ao colocar profissionais que também são do interior como mentores de novos talentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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