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QUEDA EM VISTORIA Governador Mauro Mendes fratura quatro costelas após cair de cerca de três metros no Parque Novo Mato Grosso; ele está internado na Santa Casa de Cuiabá, em bom estado geral, e segue em observação médica.

Após queda em obra, Mauro Mendes aparece em fotos ao lado da equipe médica

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Chefe do Executivo estadual caiu de cerca de três metros no Parque Novo Mato Grosso, fraturou quatro costelas e segue em observação na Santa Casa; primeira-dama diz que episódio foi “mais um milagre” em suas vidas.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), permanece internado na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá após sofrer uma queda de aproximadamente três metros, no domingo (31), durante vistoria às obras do Parque Novo Mato Grosso.

Segundo boletim médico, Mendes sofreu quatro fraturas nas costelas, mas está consciente, orientado e em bom estado geral. O acidente aconteceu por volta das 10h, quando o governador acompanhava os trabalhos no canteiro de obras.

O atendimento

Após a queda, a equipe que acompanhava Mendes tentou convencê-lo a procurar atendimento médico imediato. Minutos depois, ele foi levado em veículo próprio até a unidade hospitalar, onde passou por exames de imagem e laboratoriais que confirmaram as fraturas. Os médicos determinaram a internação para observação e acompanhamento da recuperação, a fim de descartar complicações mais graves.

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Primeira-dama relata “mais um milagre”

Na manhã desta segunda-feira (1º), a primeira-dama, Virginia Mendes, compartilhou em suas redes sociais fotos do governador sorridente ao lado da equipe médica. A publicação foi marcada por gratidão e fé:

“Olha só quem apareceu saindo do exame pra desejar uma ótima semana pra gente! MM segue sendo muito bem cuidado. Ele está bem, graças a Deus. Obrigado Senhor por mais um milagre em nossas vidas!”, escreveu Virginia.

Próximos passos

De acordo com os médicos responsáveis, Mendes seguirá internado em observação nos próximos dias, até que o quadro esteja totalmente estável. Embora as fraturas exijam repouso e cuidados, o governador não apresentou lesões internas nem complicações respiratórias, o que reforça a expectativa de uma recuperação positiva.

O episódio, descrito pela família como mais um livramento, trouxe também um alerta sobre os riscos enfrentados em vistorias de obras. Enquanto se recupera, Mauro Mendes deve manter a agenda pública reduzida até receber alta e orientação para retomar gradualmente as atividades.

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No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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