Polícia
Polícia Civil cumpre mandados de internação contra três adolescentes em Tangará da Serra
Polícia
O trabalho operacional integra a Operação Erga Omnes, deflagrada dentro do planejamento estratégico da Polícia Civil para combater a atuação de organizações criminosas em todo estado de Mato Grosso.
Os infratores foram apreendidos em cumprimento de mandados judiciais de internação, decretados pela Justiça, após investigação da Polícia Civil do município de Tangará da Serra, para esclarecer a morte de um jovem de 18 anos.
Durante diligências apurou-se que a vítima era da Bahia, e estava na região em busca de emprego. Porém acabou sendo morta com golpes de faca praticados por quatro menores de idade. O corpo do jovem foi localizado enterrado em uma área no bairro Jardins dos Ipês.
Diante dos indícios de autoria de ato infracional análogo aos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, o delegado responsável pela investigação, Igor Sasaki, representou pelo pedido de internação dos quatro adolescentes envolvidos.
Com as ordens deferidas pelo Poder Judiciário, os policiais civis efetuaram a apreensão de três deles. No entanto, a quarta procurada, que é uma adolescente encontra-se foragida.
Nome “Status Quo”
A operação foi batizada com o nome de status quo, que significa retomada da tranquilidade social, “no estado em que as coisas se encontravam antes da guerra”.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Cidades
Caso Terezinha Silva de Souza 5 anos — Atualização em Rondonópolis
O assassinato da ex-presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Terezinha Silva de Souza, continua sendo um dos casos que marcaram a história recente de Rondonópolis e segue com desdobramentos importantes mesmo após vários anos dos fatos.
O crime e o que aconteceu

Terezinha imagem internet (Google)
Terezinha foi executada a tiros no dia 15 de janeiro de 2021 enquanto se dirigia para o trabalho, no centro de Rondonópolis. Ela estava na caminhonete da autarquia quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram e dispararam vários tiros contra o veículo, atingindo-a de forma fatal. O motorista sobreviveu com ferimentos leves.
O crime chocou a cidade pela brutalidade e pela forma como foi cometido — em uma avenida movimentada, em horário de tráfego intenso e em plena luz do dia — e logo gerou diversas hipóteses sobre possíveis motivações e mandantes.
Investigação e condenação
Após anos de investigação, um dos principais acusados pelo assassinato foi identificado pela Polícia Civil como ex-policial militar Edvan de Souza Santos. Ele foi indiciado e levado a julgamento.
Em março de 2025, Edvan foi condenado pelo Tribunal do Júri a 25 anos e 7 meses de prisão pelo homicídio qualificado de Terezinha, além de perder o posto na Polícia Militar.
Segundo os autos, o ex-PM foi apontado como o condutor da motocicleta usada no crime, identificado por meio de perícias, depoimentos e imagens de câmeras de segurança.
Motivação e mandantes ainda sem esclarecimento
Apesar da condenação do executor, até o momento não há confirmação oficial sobre o mandante ou a motivação exata que teria levado ao crime. Autoridades não divulgaram conclusões públicas sobre esse aspecto, deixando uma parte do caso ainda envolta em mistério para grande parte da população.
Impacto e memória
O crime não só sacudiu a rotina de Rondonópolis como também levantou debates sobre segurança, pistolagem e proteção a figuras públicas. Em memória à sua trajetória de serviços prestados à cidade, Terezinha também recebeu homenagens: uma escola pública no residencial Celina Bezerra foi batizada com o seu nome em reconhecimento à sua contribuição ao município.
Resumo da situação atual:
Terezinha foi assassinada em janeiro de 2021 no centro de Rondonópolis.
Um dos acusados, ex-policial militar, foi condenado a mais de 25 anos de prisão pelo homicídio.
Mandante e motivação específica ainda não foram oficialmente esclarecidos.