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Polícia Civil prende cinco pessoas em flagrante por extorsão a moradora de Confresa

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Confresa prendeu em flagrante, na sexta-feira (13.12), cinco suspeitos de uma associação criminosa envolvida em extorsões e receptação contra uma moradora da cidade. Uma das presas em flagrante é mãe da vítima.

As prisões ocorreram dentro da Operação Socius Rapina, que ainda cumpriu um mandado contra um homem de 67 anos, que estava foragido da Justiça, desde 2006, pelo crime de latrocínio.

A investigação teve início após uma vítima procurar a Polícia Civil e relatar que foi extorquida por sua mãe, que é usuária de entorpecentes, que foi em sua casa acompanhada de suspeitos armados. O valor extorquido foi para a conta de um dos suspeitos.

Além da extorsão, a mãe da vítima vendeu o celular da filha em um ponto de tráfico na cidade. Após esse fato, os suspeitos entraram em contato com a vítima informando que se não os pagasse, eles matariam a mãe dela, que estaria em cárcere privado.

Rapidamente, a equipe da Derf de Confresa identificou a casa onde a usuária estava supostamente sendo mantida e verificou que a mãe da vítima, na verdade, se juntou aos outros criminosos e mandou mensagens para as duas filhas inventando que estava sendo mantida em cárcere privado para extorquir a vítima. A suspeita também vendeu o celular e a bicicleta da filha aos criminosos para comprar drogas e bebidas alcoólicas.

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Durante as diligências para esclarecer os fatos, os policiais civis prenderam cinco pessoas em flagrante envolvidas no ato criminoso – três homens e duas mulheres.

Na abordagem à residência, os investigadores identificaram um homem com mandado de prisão em aberto pela Comarca de Arenápolis, por um roubo seguido de morte ocorrido em 1996 e com a prisão expedida e em aberto desde 2006.

Os cinco presos em flagrante foram autuados pelos crimes de extorsão, associação criminosa e receptação.

O nome da operação faz relação com parceiros envolvidos em crimes patrimoniais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Emendas PIX voltam ao centro das atenções e entram na mira da Polícia Federal

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Você já deve ter ouvido falar nas chamadas Emendas PIX, mas muita gente ainda tem dúvida sobre o que elas realmente são e por que esse assunto voltou a ganhar destaque em todo o país.

Nos últimos dias, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou o encaminhamento de informações para a Polícia Federal investigar possíveis irregularidades na utilização desses recursos públicos. A decisão reacendeu o debate sobre transparência, fiscalização e o destino do dinheiro que sai dos cofres da União para estados e municípios.

Mas, afinal, o que é uma Emenda PIX?

Apesar do nome, ela não tem nenhuma ligação com o sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central. O apelido surgiu porque o dinheiro é transferido diretamente da União para as contas de estados e prefeituras, de forma mais rápida e com menos burocracia do que acontecia em outros modelos de repasse.

Esses recursos fazem parte do Orçamento da União e podem ser indicados apenas por deputados federais e senadores. Depois da indicação, cabe ao município ou ao governo estadual aplicar o dinheiro em obras, compra de equipamentos, melhorias na saúde, infraestrutura, educação e outras ações de interesse da população.

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A proposta foi criada justamente para agilizar a chegada dos recursos aos municípios, permitindo que investimentos importantes saiam do papel com mais rapidez.

O problema, porém, não está na existência das Emendas PIX, mas na forma como parte desse dinheiro pode ter sido utilizada.

Relatórios produzidos por órgãos de controle apontaram situações que chamaram a atenção das autoridades, como falhas na prestação de contas, dificuldades para acompanhar a aplicação dos recursos e indícios de possíveis irregularidades em alguns contratos financiados com essas verbas.

Diante desse cenário, Flávio Dino determinou que essas informações fossem encaminhadas à Polícia Federal para que sejam analisadas e, caso existam elementos suficientes, possam resultar na abertura de investigações.

A apuração deverá verificar se houve crimes como desvio de recursos públicos, fraude em licitações, superfaturamento de contratos ou outras irregularidades relacionadas à aplicação das verbas.

É importante destacar que a investigação não significa que todos os parlamentares ou todos os municípios tenham cometido irregularidades. O objetivo é identificar casos específicos em que possa ter havido uso inadequado do dinheiro público e responsabilizar eventuais envolvidos.

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O tema também reacende uma discussão antiga em Brasília. Enquanto alguns defendem que as Emendas PIX ajudam a acelerar investimentos e reduzir a burocracia, outros avaliam que o modelo precisa de mecanismos mais rígidos de fiscalização e transparência para garantir que os recursos realmente cheguem à população e sejam aplicados da forma correta.

Agora, caberá à Polícia Federal aprofundar as apurações e verificar se os indícios apresentados pelos órgãos de controle se confirmam ou não.

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