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Política Nacional

Pacheco exalta eleições municipais e pede paz no Oriente Médio

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Política Nacional

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, destacou a realização das eleições municipais no último domingo (6). Ele cumprimentou os partidos e os candidatos aos cargos de prefeito e vereador em todo o Brasil. Pacheco também elogiou o trabalho “mais eficiente possível” da Justiça Eleitoral e da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, na condução das eleições.

— Alguns se elegeram e outros não, isso faz parte da democracia. Mas quero fazer uma saudação muito especial a todos que participaram do processo eleitoral— registrou Pacheco no Plenário, nesta terça-feira (8).

Israel

Pacheco informou que recebeu, na tarde desta terça-feira (8), a visita de representantes da Confederação Israelita do Brasil (Conib). Ele também lembrou que, nessa segunda-feira (7), completou-se um ano do ataque terrorista do grupo Hamas contra Israel. Segundo o presidente, o ataque foi fruto da intolerância e do ódio. Ele disse que o ataque gerou e ainda gera consequências muito graves, principalmente para as famílias que têm seus entes queridos entre os reféns do Hamas.

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— É um registro pela vida, pela paz e pela tolerância. É um desejo de esperança de que a paz possa reinar naquela localidade do Oriente Médio — afirmou.

Maçonaria

O presidente do Senado também registrou que recebeu na semana passada, na residência oficial do Senado, a visita de representantes da loja maçônica Grande Oriente do Brasil. O grão-mestre geral Ademir Cândido da Silva levou a Pacheco um documento sobre o desenvolvimento nacional, o combate à pobreza e às desigualdades regionais. Segundo informou Pacheco, a maçonaria vai trabalhar por esses pontos, começando pelo desenvolvimento nacional.

— Ficamos felizes que a maçonaria tenha seus olhos voltados para este problema do Brasil — declarou Pacheco.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Nacional

Lei da Profissão Multimídia provoca reação de sindicatos e divide o setor de comunicação

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Nova legislação sancionada pelo presidente Lula reacende debate sobre acúmulo de funções, precarização do trabalho e futuro do jornalismo e do rádio

 

A sanção da Lei nº 15.325/2026, publicada nesta quarta-feira (7) no Diário Oficial da União, colocou novamente no centro do debate nacional o futuro das profissões da comunicação. A nova norma reconhece oficialmente a profissão de multimídia, permitindo que um único profissional atue na produção, edição e distribuição de conteúdos audiovisuais e digitais.

A medida, no entanto, gerou forte reação de jornalistas e radialistas, que veem na lei um risco direto à regulamentação das categorias. Já as emissoras de rádio e TV defendem a mudança como um avanço necessário diante da convergência tecnológica.

Sindicatos falam em prejuízo aos trabalhadores

Em nota conjunta, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), os 31 sindicatos filiados e o Movimento Nacional dos Radialistas (MNR) afirmaram que a nova legislação representa um ataque direto às profissões regulamentadas, além de abrir espaço para insegurança jurídica e precarização das relações de trabalho.

Segundo as entidades, as atribuições previstas para o profissional multimídia já são garantidas, por lei, aos jornalistas e radialistas. A crítica central é que a nova norma permite o acúmulo de funções sem regras claras, o que pode beneficiar empresas e sobrecarregar os trabalhadores.

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“As entidades representativas vão tomar as medidas legais necessárias para preservar as profissões frente a mais essa aberração legislativa,”diz o comunicado.

Outro ponto destacado é a ausência de diálogo durante a tramitação do projeto. Os sindicatos afirmam que não foram ouvidos e que a lei não define carga horária, exigência de registro profissional ou formação específica para a nova atividade.

A Fenaj também demonstrou surpresa com a sanção presidencial.

“Causa estranhamento que um governo com origem no movimento dos trabalhadores tenha sancionado a proposta sem vetos,”afirmou a federação.

Emissoras defendem modernização

Em posição oposta, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) avaliou a lei como um passo importante para adequar o setor às transformações tecnológicas.

Para a entidade, o reconhecimento da profissão de multimídia traz clareza a um mercado cada vez mais marcado pela atuação em múltiplas plataformas.

O presidente-executivo da Abert, Cristiano Lobato Flôres, destacou que a legislação acompanha a realidade atual da comunicação.

“A nova lei está alinhada à convergência tecnológica do setor, que exige atuação transversal, adaptação constante e atualização permanente dos profissionais,”afirmou.

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O que muda com a nova lei

De acordo com a Lei nº 15.325/2026, o profissional multimídia pode ser de nível técnico ou superior e atuar na criação, produção, captação, edição, planejamento, gestão, programação, publicação e distribuição de conteúdos de som, imagem, vídeo, animação e texto em meios eletrônicos e digitais.

A legislação inclui atividades como:

gestão de sites, portais e redes sociais;

desenvolvimento de aplicativos, jogos e animações;

produção e direção de conteúdos audiovisuais.

A atuação é permitida em empresas públicas e privadas, incluindo emissoras de rádio e TV, produtoras de conteúdo, agências de publicidade e plataformas digitais. A lei também autoriza que profissionais de outras áreas assumam funções multimídia por meio de aditivo contratual, desde que haja acordo com o empregador.

Tema deve render novos embates

A sanção da lei expõe um embate antigo entre inovação tecnológica e direitos trabalhistas. Enquanto empresas defendem flexibilidade para acompanhar o mercado digital, trabalhadores alertam para o risco de perda de identidade profissional e de garantias históricas.

O debate promete avançar nos sindicatos, no Congresso e possivelmente no Judiciário — e a WebTV Mato Grosso segue acompanhando os desdobramentos de uma mudança que impacta diretamente quem vive da comunicação no Brasil.

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