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ALMT aprova PL que altera a Lei de Transparência Orçamentária

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante a sessão ordinária desta quarta-feira (12), um projeto de lei de autoria do presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB). A matéria (PL 1118/2024) propõe mudanças na Lei nº 12.523, de 17 de maio de 2024, com o objetivo de ampliar a transparência e a acessibilidade das leis orçamentárias do Estado. A proposta inclui uma referência direta ao artigo 4º, inciso I, alínea “e”, da Lei Complementar Federal nº 101, de 4 de maio de 2000, mais conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A iniciativa de Russi tem como foco o fortalecimento do Relatório da Ação Governamental (RAG), uma ferramenta essencial para a gestão de políticas públicas. O RAG permite avaliar continuamente as ações do governo e medir resultados concretos, como os bens e serviços entregues à população. Com a mudança proposta, o RAG torna-se uma obrigação legal mais sólida, garantindo que sua aplicação não seja interrompida, mesmo que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Estado passe por alterações.

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Segundo o deputado, a inclusão da referência à LRF não só reforça a transparência na gestão pública, mas também cria uma base legal mais robusta para a prestação de contas das ações do governo. “Essa proposta é um passo importante para a responsabilização do governo perante a população do nosso estado”, destacou Russi.

Ele ainda ressaltou a importância do RAG para o ciclo de gestão das políticas públicas: “O RAG é fundamental, e essa alteração garante que essa prática de avaliação continue, independentemente de mudanças na LDO”, reforçou.

Além de assegurar a continuidade do RAG, a nova legislação também abre caminho para a implementação de outros instrumentos de avaliação que possam surgir no futuro, aumentando a flexibilidade e a capacidade de adaptação da gestão pública no estado.

“Essa iniciativa reflete o compromisso do governo estadual com a melhoria da gestão pública, assegurando que os recursos públicos sejam utilizados de forma eficiente e transparente. É um passo importante para promover um maior controle social sobre as ações do governo”, concluiu Max Russi.

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Fonte: ALMT – MT

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Cidades

Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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