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Politica Municipal

Sob a sombra de um pé de Baru Paulo José relembrou do surgimento do grande Alfredo de Castro

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Curiosidades

Paulo José a sombra do histórico Baru fotos: Wagner Montanari

Focado em tornar seu nome mais conhecido pela população rondonopolitana, o pré-candidato a prefeito Paulo José Correia (PSB) está visitando diversos bairros da cidade e se apresentando para os moradores.

Acompanhado de pré-candidatos a vereador e apoiadores, ele esteve no bairro Alfredo de Castro na manhã do sábado (20) e foi muito bem recebido pelos populares.
Sob a sombra do simbólico pé de Baru que fica na entrada do bairro, Paulo José relembrou do surgimento do bairro, que hoje em dia é um dos maiores e mais estruturados bairros da cidade.

“No começo, muitos não acreditaram, mas nós compramos essa área, que era uma fazenda, e assentamos as primeiras famílias. Muitos desistiram e foram embora daqui, mas aqueles que acreditaram e ficaram aqui hoje em dia moram com toda a dignidade. Hoje tem asfalto, escola, creche, posto de saúde, um comércio pujante, mas no começo foi difícil. Eu me sinto gratificado por ter contribuído com essa história”, afirmou.

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Ele relembra que desde a criação do bairro a administração municipal, sob o prefeito José Carlos do Pátio, tem feito grandes investimentos para tornar o Alfredo de Castro o belo bairro que é. “A entrada do Alfredo ficou muito bonita.

Dá gosto ver como está hoje em dia e saber que tudo foi feito por essa gestão. Já fizemos muito, mas vamos fazer muito mais ainda”, completou.
Morador do residencial Celina Bezerra e dono de uma borracharia no Alfredo de Castro, Osmar Inocêncio da Silva disse já conhecer o pré-candidato e afirmou ter ficado feliz com a visita ao seu local de trabalho. “Para mim ele já faz parte da família e já faz muito tempo que gente se conhece.

Ele e o (prefeito) Zé Carlos do Pátio a gente se conhece desde criança.

E aqui na região todo mundo foi ajudado pela administração e nós estamos agradecidos”, externou.
Paulo José tem aproveitado as folgas dos finais de semana para visitar os bairros e divulgar sua pré-candidatura, já que grande parte do eleitorado tem declarado ainda não conhecê-lo.

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Fonte: Assesoria PSB

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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