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Evento reúne especialistas para discutir inovação em sementes, manejo sustentável e controle de pragas, com transmissão no YouTube da AEAGRO.

AEAGRO realiza 11º Ciclo de Palestras em Rondonópolis nesta sexta-feira

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Agronegócio

A Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Rondonópolis (AEAGRO) promove nesta sexta-feira, 26 de setembro, a partir das 19 horas, em sua sede em Rondonópolis, o décimo primeiro Ciclo de Palestras. O evento, já tradicional, reunirá profissionais, estudantes e pesquisadores do setor agrícola em um espaço de integração, aprendizado e atualização técnica.

A programação deste ano traz três palestrantes de destaque, cada um abordando temas fundamentais para o futuro do agronegócio:

  • Elton Hammer, engenheiro agrônomo e doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes, falará sobre “Semente do futuro: qualidade, inovação e tecnologias emergentes”, discutindo os avanços que prometem transformar a produtividade e a sustentabilidade da agricultura.
  • Carlos Eduardo Souza Bezerra, pesquisador da Fundação MT na área de entomologia, com atuação em culturas de soja, milho e algodão, apresentará a palestra “Spodoptera frugiperda: situação atual e manejo integrado no sistema soja e milho”, trazendo informações atualizadas sobre uma das principais pragas da agricultura brasileira.
  • Inácio Martins da Silva Neto, professor universitário da Univag – Centro Universitário de Várzea Grande, abordará o tema “Pastejo rotacionado: eficiência no manejo sustentável de pastagens”, destacando práticas que unem produtividade e preservação ambiental.
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Segundo o presidente da AEAGRO, Sérgio Carvalho  da Silva, o objetivo é aproximar ciência e prática de campo, oferecendo aos participantes conteúdos que possam ser aplicados no dia a dia das propriedades rurais. “Mais do que palestras, este ciclo representa um momento de valorização da agronomia e de fortalecimento da nossa categoria”, ressaltou.

AEAGRO informa que todo o conteúdo será transmitido e ficará disponível no canal oficial da associação no YouTube, (@aeagrorondonopolis6713) ampliando o alcance do evento para profissionais e estudantes de outras regiões.

O 11º Ciclo de Palestras da AEAGRO promete movimentar a comunidade acadêmica e profissional de Rondonópolis, reafirmando o papel da cidade como polo de debates sobre inovação, sustentabilidade e futuro do agronegócio.

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Agronegócio

Rondonópolis e o Agro: o Coração Produtivo que Nem Sempre Entra no Radar dos Rankings

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Quando se fala em agronegócio no Brasil, a imagem que vem à mente de muitos é a de vastos campos de soja e milho, tratores no amanhecer e caminhões carregados rumando aos portos. Em Mato Grosso, esse cenário é ainda mais forte: o estado abriga 36 dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro, segundo levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. 

No topo desse ranking nacional estão cidades como Sorriso, Sapezal e Campo Novo do Parecis, todas no interior de Mato Grosso. Sorriso, por exemplo, lidera com folga o valor da produção agrícola — impulsionada principalmente pela soja — e é considerada por muitos a “capital nacional do agronegócio”. 

Mas e Rondonópolis? A cidade que carrega o brasão do agronegócio em sua economia não aparece na lista dos 100 municípios mais ricos em produção agrícola no Brasil. 

Uma economia que pulsa além dos campos

O fato de não figurar no ranking oficial pode surpreender quem vive e respira a rotina produtiva do município. Rondonópolis é um dos principais polos de apoio logístico ao agronegócio no Centro-Oeste brasileiro, ponto estratégico de escoamento de grãos e insumos, e um dos maiores exportadores do estado. 

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Dados mostram que o município segue gerando emprego e renda em diversas frentes, embora a agropecuária — isoladamente — não domine a balança de criação de postos de trabalho como em outras cidades do interior. 

O ex vereador Reginaldo Santos, crítico à ausência de Rondonópolis no ranking, aponta que esse cenário pode resultar de critérios específicos usados pelo IBGE para medir a produção agrícola municipal. Ele defende que a cidade tem força econômica suficiente para merecer destaque e alerta para a importância de uma imagem positiva para atrair investimentos. 

Mais do que números: o papel humano do agro em Rondonópolis

Para os moradores, produtores e trabalhadores rurais, a presença do agronegócio vai além de estatísticas: ela molda histórias de vida, sustenta famílias e impulsiona negócios locais. Do pequeno produtor que colhe sua primeira safra ao caminhoneiro que cruza rodovias estaduais carregando soja, o setor está no dia a dia de muita gente.

Agronegócio, aqui, não é apenas um título econômico — é carne, é coragem e é identidade.

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O que diz o ranking do agro

O levantamento do Ministério da Agricultura considerou o valor da produção agrícola municipal, resultado da soma de 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes. Os municípios que lideram essa lista são responsáveis por uma parte significativa da economia agro do país, com destaque para a soja, que representa cerca de 42,8% do valor total produzido. 

Mesmo fora desse “Top 100”, Rondonópolis segue sendo um ator importante na cadeia produtiva: seus esforços logísticos, industriais e de apoio ao campo fortalecem toda a economia mato-grossense. O agronegócio por aqui é feito de chão batido, rodas de caminhão na madrugada e sonhos que desabrocham na colheita — muito além de um número num ranking.

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