Search
Close this search box.

Rondonópolis

Artesãos discutem melhorias para o setorial

Publicados

Rondonópolis

Uma reunião com o grupo setorial do artesanato de Rondonópolis foi realizada na segunda-feira (22) na Biblioteca Municipal Manoel Severino da Silva, onde os membros da Associação Poguba de Artesãos, do setor privado do artesanato, bem como artesãos da Praça dos Carreiros e da Aldeia Tadarimana se uniram para discutir tópicos essenciais para o desenvolvimento deste setor na comunidade.

A participação do setorial na 50ª Exposul, com planos para a montagem de estandes exibindo as criações artesanais da região foi uma das pautas da reunião, bem como a elaboração de um calendário de exposição de artesanato, com o objetivo de aumentar a visibilidade e a comercialização das peças produzidas na cidade. A proposta inclui a expansão das atividades para espaços públicos, aproximando o artesanato do do público local.

“Além disso, abordamos a questão do microcrédito para financiar esses artesãos. E capacitação também, visando aprimorar as habilidades de nossos profissionais”, destacou o secretário municipal de Cultura, Pedro Augusto Araújo.

Outro ponto de destaque foi a organização de uma feira para comemorar o Dia das Mães, promovida pelo setorial no Espaço Cultural Casario, programada para ocorrer entre os dias 8 e 11 de maio. Patrícia Kowaleski Cardoso, representante do setorial no Conselho Municipal de Cultura, convidou associações e todos os interessados a participarem do evento. “O setorial está empenhado em fazer desta feira um grande sucesso”, afirmou Patrícia.

Leia Também:  Prefeitura inicia programa para acabar com fila de exames de média e alta complexidade

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cidades

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

Publicados

em

O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

Leia Também:  Tv Câmara : acompanhe aqui a sessão Ordinária da Câmara Municipal de Rondonópolis

 

Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

Leia Também:  NOVOS INVESTIMENTOS Município conquista avanços em diversas áreas após audiências em Brasília

 

Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA