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Pitbull ataca criança em saída de creche

Criança é atacada por cachorro ao sair de creche em Rondonópolis; família pede providências das autoridades

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Uma manhã que deveria ser comum terminou em desespero para uma família de Rondonópolis. A pequena Lívia, de apenas um ano e sete meses, foi atacada por um cachorro da raça pitbull quando saía da Creche Municipal localizada entre os bairros Lajeadinho e Itapuã.

Segundo relatos da família à WebTV Mato Grosso, o pai da menina conduzia a moto devagar, como de costume, levando a filha no colo, quando foi surpreendido por um grupo de cães soltos na rua. Entre eles, um pitbull marrom avançou de repente contra a criança.

Criança leva ponto após ataque de pitbull

“Se o pai dela não tivesse jogado a moto de lado na hora que o cachorro pulou, ele tinha arrancado um pedaço da menina”, contou uma familiar, emocionada. “Foi o reflexo dele que livrou o pior”, completou.

Mesmo com a manobra rápida, Lívia foi mordida na perna, precisando ser levada às pressas ao peazinho , onde recebeu atendimento médico e levou pontos no ferimento. A criança também teve que iniciar o protocolo de vacinação antirrábica e de prevenção contra infecções.

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A família relata que a situação dos cães soltos nas ruas da região tem se tornado cada vez mais preocupante. “Tá perigoso demais. Quando a gente tava no Peazinho, chegou outra criança mordida de cachorro. Tá virando rotina”, desabafou uma das moradoras.

Moradores pedem que os órgãos competentes do município tomem providências urgentes — seja por meio de campanhas de conscientização e responsabilidade dos tutores, seja por ações de recolhimento e controle de animais soltos.

A WebTV Mato Grosso tentou contato com órgãos  ligado à prefeitura de Rondonópolis via celular e WhatsApp para saber se há algum programa ativo de controle de animais de rua e se medidas emergenciais serão tomadas após o caso. Assim que houver resposta, novas informações serão atualizadas nesta reportagem.

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Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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