Rondonópolis
Prefeitura consegue aprovação de RGA com ganho real aos servidores
Rondonópolis
A Prefeitura de Rondonópolis conseguiu a aprovação junto à Câmara Municipal da RGA (Revisão Geral Anual) de 5% para os servidores públicos do Município, representando um ganho real de 0,23%. A aprovação ocorreu em sessão extraordinária nesta segunda-feira (20), sendo que o reajuste será pago na folha salarial de janeiro. A sessão foi convocada a pedido do Executivo para que o projeto fosse apreciado pelos vereadores antes do fechamento da folha de pagamento do mês.
Com essa aprovação, o prefeito Cláudio Ferreira concedeu a reposição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 4,77%, mais o ganho real de 0,23%, confirmando o compromisso de dar o reajuste na data-base da categoria, em janeiro. Vale destacar que a concessão de ganho real na RGA para os servidores municipais nos últimos oito anos somaram apenas 1,2%.
Cláudio ressaltou nesta segunda-feira que a intenção, enquanto prefeito, é trabalhar para promover uma maior conciliação entre ele e os servidores de carreira. “Por menor que seja este ganho real foi o possível a ser ofertado e é a sinalização da inclinação desta gestão em dar ganho real para os servidores no futuro”, destacou.
Além da RGA, os vereadores aprovaram na mesma sessão o novo organograma da administração municipal, otimizando secretarias, fruto da nova visão administrativa do novo prefeito. As 19 secretarias então existentes passam a ser 13 a partir de agora. Vale informar que as alterações aprovadas nesta segunda-feira começam a vigorar a partir do próximo mês de fevereiro.
Conforme a aprovação, a administração municipal vai promover a criação da Secretaria Municipal de Fazenda, que vai incluir as atuais pastas de Finanças, Receita e Planejamento, bem como a criação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária, formada com a fusão de duas das pastas: de Meio Ambiente, e de Agricultura e Pecuária.
Houve ainda a inclusão do IPPUR (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Rondonópolis), do Gabinete de Apoio à Segurança Pública (GASP) e do Gabinete de Comunicação Social à estrutura da Secretaria de Governo.
Em uma segunda etapa, serão enviados os projetos de lei relativos à Secretaria de Educação, que deve passar a integrar a Cultura e também a pasta de Esporte e Lazer; e à Secretaria de Administração, onde deve ser incluída a Gestão de Pessoas e de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Cidades
Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis
A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.
O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.
Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.
Uma queda que chama atenção
A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:
- Início da gestão: R$ 4,10
- Primeira redução: R$ 3,00
- Valor atual: R$ 2,00
Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.
Mais do que tarifa: estrutura
A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.
Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.
Impacto direto na cidade
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.
Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.