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Procon orienta sobre a meia-entrada

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Direito garantido por lei, a meia-entrada ainda gera muitas dúvidas. A Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Rondonópolis elaborou algumas orientações aos beneficiários, a fim de que eles possam ter o direito de pagar metade do valor estipulado ao público em geral, no acesso a teatros, cinemas, eventos culturais, educacionais, científicos, esportivos e de lazer.

De acordo com Lúcia Melo, fiscal do Procon de Rondonópolis, tem direito a meia-entrada estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes. Além disso, são beneficiados os professores da rede de ensino público, aposentados e pensionistas do Estado de Mato Grosso, doadores de sangue e medula óssea, doadoras de leite materno, portadores de câncer e doenças degenerativas, servidores públicos municipais de Rondonópolis, além de professores, supervisores de Educação do ensino fundamental, médio, superior e tecnológicos das instituições públicas e privadas.

Segundo ela, para que os consumidores possam usufruir deste benefício, na hora da aquisição do ingresso eles devem apresentar os documentos comprovando a sua condição junto à bilheteria. Por lei, estão sujeitos à meia-entrada as casas de diversão ou estabelecimentos que realizarem espetáculos musicais, artísticos, circenses, teatrais, cinematográficos, atividades sociais, recreativas, culturais, praças esportivas e quaisquer outras que proporcionem lazer, cultura e entretenimento como danceterias, bares, shows, estádios esportivos, parques de diversão, teatros e museus.

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A fiscal do Procon orienta que, caso o estabelecimento se recuse a oferecer o desconto, é necessário que o consumidor guarde o comprovante do valor pago e faça uma denúncia junto ao Procon de Rondonópolis. Neste caso, o local poderá receber sanções administrativas, que incluem multa e até suspensão de alvará de funcionamento.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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