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Saúde Pública • Rondonópolis

Projeto de Lei busca facilitar acesso a medicamentos em Rondonópolis

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Proposta segue tendência nacional de ampliar o acesso a remédios por meio da rede privada e pode modernizar o atendimento à população

 

O vereador Ibrahim Zaher protocolou na Câmara Municipal o Projeto de Lei Legislativo nº 0280/2025, que autoriza o Poder Executivo a regulamentar a aquisição e o fornecimento de medicamentos por meio de farmácias credenciadas do município. A proposta, registrada sob o protocolo nº 5456/2025, quer modernizar o sistema de distribuição e ampliar o acesso da população a medicações essenciais.

A iniciativa cria um mecanismo legal para que a Prefeitura organize parcerias com estabelecimentos farmacêuticos da cidade, permitindo que pacientes atendidos pela rede pública possam retirar seus remédios em farmácias próximas de casa, sem depender exclusivamente das unidades municipais. A medida tem potencial para reduzir filas, agilizar o atendimento e garantir maior conforto aos usuários que dependem da assistência farmacêutica municipal.

Zaher destaca que a ideia segue experiências bem-sucedidas em outras esferas públicas. O modelo se inspira em programas como o Farmácia Popular, do Governo Federal, que credencia farmácias privadas para ampliar o acesso a mais de 40 medicamentos. Em fevereiro de 2025, o Ministério da Saúde anunciou que todos os remédios do programa passaram a ser 100% gratuitos, reforçando a eficácia das parcerias com a iniciativa privada para garantir medicamentos de forma mais ágil e acessível.

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Além disso, municípios como São Paulo já operam redes públicas de grande porte que distribuem bilhões de unidades de medicamentos por ano, enquanto estados como o Rio Grande do Sul mantêm programas de apoio à assistência farmacêutica municipal — casos que mostram que modelos de credenciamento e cooperação são viáveis e eficientes quando bem regulamentados.

O projeto prevê que caberá ao Executivo definir os critérios de credenciamento, normas de fiscalização, responsabilidades das farmácias e os procedimentos de distribuição. A regulamentação deve incluir padrões de qualidade, armazenamento e transparência, seguindo diretrizes similares às exigidas pelo Ministério da Saúde em programas nacionais.

Agora, o PL segue para análise das comissões permanentes da Câmara Municipal, onde receberá pareceres técnicos antes de ir à votação em plenário.

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Cidades

Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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