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12 campings para se conectar com a natureza pelo Brasil

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12 campings para se conectar com a natureza pelo Brasil
Maurício Brum

12 campings para se conectar com a natureza pelo Brasil

O campismo pode não ser um estilo de viagem para todos, mas os adeptos seguramente saem na frente em dois quesitos: economia e conexão com a natureza. Se essa é a sua vibe, vale colocar os 14 campings a seguir na sua lista:

1. Sítio Família Catarina (Urubici – SC)

Localizado a 15 km do centro de Urubici, ponto de partida para conhecer o Morro da Igreja, a Pedra Furada, a Cascata Véu de Noiva, o Morro do Campestre e a Serra do Corvo Branco , o Sítio Família Catarina tem diárias a partir de R$ 40 e, além do camping, há duas cabanas que podem ser alugadas.

O local também dispõe de um açude para banho, bicicletas para passeios pela região e uma plantação com amoras e framboesas (a colheita vai de dezembro a janeiro). Para facilitar a vida, o local conta com uma lojinha de presentes e um mercadinho. Mais informações no site .

2. Parador Tropical (Bombinhas – SC)

Localizado na Praia de Mariscal, o espaço conta com 23 apartamentos completos que acomodam até 6 pessoas e um amplo espaço para barracas e motorhomes, com diárias a partir de R$ 35.

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A área de camping possui 47 plataformas exclusivas para barracas, cada uma equipada com pontos de energia e antena parabólica individual. O local também oferece uma área comum com churrasqueiras, mesas para refeições, além de banheiros com chuveiros quentes e sanitários separados para homens e mulheres. Há também um playground para crianças com até 12 anos, mas não há geladeira ou fogão de uso coletivo. Mais informações pelo site .

3. Aldeia do Bambu (Aldeia Velha – RJ)

Localizado no interior do estado do Rio de Janeiro, o camping Aldeia do Bambu é um refúgio natural em plena Mata Atlântica. O espaço é amplo e, além da área para camping, tem também quartos confortáveis. A localização se destaca pela praticidade na hora de se deslocar até as cachoeiras e piscinas naturais de Aldeia Velha.

As diárias para barracas custam a partir de R$ 60. Mais informações no site .

4. Marimbar (Paraty – RJ)

Outro camping à beira mar, o Marimbar fica localizado na Praia do Sono, uma das mais lindas na região de Paraty. O local fica em uma praia linda, isolada e dispõe de banheiros, cozinha e até mesmo aluguel de barracas.

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Diárias a partir de R$ 60. Saiba mais no site .

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5. Camping do Siri (Marataízes – ES)

Com diversas modalidades de acomodação, incluindo quartos, chalés e barracas, o Camping do Siri é um dos maiores à beira-mar do Brasil. Localizado no litoral sul do Espírito Santo, por ali há o cuidado em delimitar as barracas em espaços de maior sossego e de maior animação.

Diárias a partir de R$ 45. Saiba mais no site .

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6. Camping Cabreúva (Cabreúva – SP)

Uma ótima pedida para visitar com a família, este camping fica localizado junto de um parque aquático a cerca de 90 km de São Paulo, perto de Jundiaí. Além do espaço para as barracas próximo a uma estrada de chão, o local conta com diversos tobogãs, um lago para pesca e prática de caiaque, áreas coletivas e também há a opção de chalés.

Sem pernoite, o valor do ingresso sai por R$ 60. As diárias no acampamento saem por R$ 70, enquanto os chalés vão de R$ 90 até R$ 235. Saiba mais pelo site .

7. Pedra do Sino (Ilhabela – SP)

Com acesso fácil às praias do Sino, do Pinto, Ponta Azeda e Armação em um espaço amplo que acomoda bem barracas e motorhomes, o Camping Pedra do Sino é um queridinho do litoral paulista. A infra é ótima e conta com estacionamento, playground, 2 cozinhas comunitárias, forno a lenha e piscina com cascata.

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O valor da diária no camping é de R$ 70, mas tem opção de hospedagem em suítes e trailers. Mais informações .

8. Aconchego da Serra (Carrancas – MG)

Carrancas, que fica a 290 km ao sul de Belo Horizonte, é conhecida como a “terra das serras e cachoeiras”. É por lá que fica o Aconchego da Serra, que é exclusivamente um camping. Com amplo espaço para barracas, o espaço conta com cozinha coletiva. O ponto alto são os passeios noturnos para fotografar as estrelas organizado pelos proprietários.

Diárias a partir de R$ 40. Saiba mais pelo perfil oficial .

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9. Pachamama (Alto Paraíso – GO)

Localizado na Chapada dos Veadeiros entre a cidade de Alto Paraíso (17km) e o vilarejo de São Jorge (19km), o Pachamama tem ótima área para acampamento, piscina, 3 cozinhas coletivas e um lindo visual para o Morro da Baleia. A organização é um aspectos que os campistas mais elogiam e também o horário de silêncio a partir das 22h.

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Diárias a partir de R$ 70 no camping e R$ 90 em motorhome. Confira outras informações .

10. Canto da Coruja (Alto Paraíso – GO)

A localização é um trunfo: a 300 metros da portaria do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em São Jorge. O espaço é tranquilo e, além de área para barracas, também dispõe de suíte, flat, chalé, bangalô e até “glamping” (barrraca com cama box).

Diária do camping a partir de R$ 90 (e R$ 150 no “glamping”). Mais informações pelo site .

11. Mundaí (Porto Seguro – BA)

O Camping Mundaí é um daqueles casos onde não é preciso sair das dependências do local para curtir bastante. De frente para a homônima Praia de Mundaí, o local é muito equipado, com diversas opções de lazer internas e também que facilitam a vida na hora dos passeios, como o aluguel de bicicletas.

Diária do camping a partir de R$ 90. Saiba mais .

12. Camping Praia do Forte (Mata de São João – BA)

Localizado numa área de preservação ambiental e longe da praia, esse camping tem um espaço amplo e conta com quadras esportivas, churrasqueiras e boas áreas comuns. Além da área de camping e motohome, há também mini chalés.

O ingresso para usufruir do camping durante um dia é R$ 30, enquanto o pernoite custa R$ 50. Outras informações pelo perfil oficial .

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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