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Estados Unidos terá montanha-russa com queda a 90 graus

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Estados Unidos terá montanha-russa com queda a 90 graus
Rebeca de Ávila

Estados Unidos terá montanha-russa com queda a 90 graus

Atenção, fãs de montanha-russa, o Cedar Point Amusement Park , em Ohio , anunciou uma nova, e assustadora, atração que deve ser inaugurada no verão de 2025, entre julho e agosto. Chamado de Maldição da Sereia, o brinquedo vai fazer os passageiros experimentarem uma queda em 90 graus, na qual ficarão diretamente voltados para o solo a uma altura de 50 metros.

Antes da adrenalina tomar conta dos passageiros na queda, a montanha-russa será desconectada do trilho e um eixo móvel lentamente ajustará a posição dos carros para a descida. Só o vídeo do projeto já dá frio na barriga, dê play abaixo:

O percurso dura dois minutos e a montanha-russa pode atingir a velocidade de 93 km/h enquanto os passageiros sentem que estão flutuando pelo ar em três momentos de gravidade zero e dois loopings. A temática da sereia será complementada por um sistema de áudio que ecoa um canto sinistro e por luzes de LED nos carros. A altura mínima para andar na atração será de 1,20 m.

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Até então, a queda radical tem páreo apenas para a montanha-russa Iron Gwazi, no Busch Gardens Tampa , na Flórida , que despenca os passageiros a 91 graus e pode atingir a velocidade de 122 km/h.

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O Cedar Point Amusement Park foi inaugurado em 1870 e é um dos mais antigos dos Estados Unidos . Considerado a capital das montanhas-russas, o parque tem 18 atrações desse tipo, além de três áreas temáticas, um parque aquático, uma praia particular e um hotel.

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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