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Halloween: experiências aterrorizantes em 10 destinos europeus

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Halloween: experiências aterrorizantes em 10 destinos europeus
DA REDAÇÃO

Halloween: experiências aterrorizantes em 10 destinos europeus

O Halloween está chegando! Pensando na data, a plataforma de reserva de ingressos Musement listou experiências aterrorizantes em destinos da Europa, que vão desde explorar catacumbas, cemitérios e masmorras até seguir o rasto de vampiros e fantasmas na noite mais assustadora do ano.

Londres, Inglaterra

O Halloween é o momento perfeito para descobrir o lado sombrio da capital britânica. É possível reviver os episódios mais macabros da história de Londres e conhecer figuras históricas perturbadoras, como Guy Fawkes e Sweeney Todd, na London Dungeon . Existem ainda tours temáticos que seguem o rasto de Jack, o Estripador em Whitechapel e um passeio pelos monumentos mais emblemáticos da cidade a bordo do Ghost Bus , um assustador ônibus de dois andares com atores e efeitos técnicos.

Madrid, Espanha

As noites de terror no Warner Park são uma opção de experiência arrepiante em Madrid durante o período do Halloween. Os apreciadores da arte também podem visitar o Palácio de Liria : reza a lenda que o fantasma da Imperatriz Eugénia de Montijo, esposa de Napoleão III, ainda vagueia pelos seus corredores.

Paris, França

Algumas opções incluem explorar as catacumbas de Paris , que abrigam mais de seis milhões de esqueletos, e passear pelo Cemitério Père Lachaise , onde descansam artistas como Jim Morrison.

Amsterdã, Holanda

O museu Ripley’s Believe It or Not! abriga uma coleção impressionante de curiosidades naturais, artísticas, científicas e humanas, muitas das quais são assustadoras. Os visitantes que ficam com vontade de mais não podem perder os shows do Amsterdam Dungeon , onde bruxas, torturas e execuções são protagonistas.

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Dublin, Irlanda

O Halloween tem origem na Irlanda e uma das experiências mais assustadoras em Dublin são os tours teatralizados em ônibus fantasma . O passeio começa no Trinity College , onde estudou Bram Stoker (autor de Drácula ); passa pela Igreja de St. Audoen , conhecida como “Inferno”; pela antiga prisão de Kilmainham Gaol, testemunha de episódios trágicos; pelo Cemitério de Glasnevin; e termina em The Gravediggers Pub , o bar dos coveiros.

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Barcelona, Espanha

O Poble Espanyol é transformado em um lugar assombrado, cheio de enigmas misteriosos e atores fantasiados durante o Halloween. Outra opção é visitar o parque temático PortAventura , que este ano lança uma noite de terror. Para quem procura um programa mais tranquilo, a Castañada é tradição na Catalunha : nas noites de 31 de outubro e 1º de novembro, vendedores tomam as ruas vendendo castanhas recém-assadas.

Milão, Itália

O Cemitério Monumental de Milão , considerado um “museu ao ar livre” pelo valor artístico de muitos dos seus túmulos, pode ser uma opção para a noite de Halloween. Outros lugares misteriosos na cidade incluem a igreja de San Bernardino alle Ossa , cujas paredes são decoradas com caveiras e ossos, e a coluna imperial da Piazza Sant’Ambrogio , que tem dois buracos supostamente feitos pelo diabo.

Edimburgo, Escócia

Além do Castelo de Edimburgo, cheio de histórias de fantasmas , a cidade guarda assustadoras câmaras subterrâneas . As abóbadas da South Bridge também estão envolvidas em alguns dos episódios mais sombrios da história, desde a caça às bruxas até os assassinatos de Burke e Hare, juntamente com numerosos relatos de atividades paranormais.

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Roma, Itália

Uma das atrações mais arrepiantes da capital italiana são as catacumbas e a cripta dos Capuchinhos . Já o parque temático de cinema Cinecittà World terá atrações especiais de Halloween .

Berlim, Alemanha

Para viver uma experiência aterrorizante na capital alemã, nada melhor do que visitar o Berlin Dungeon . Lá, os visitantes podem testar seus nervos de aço na câmara de tortura ou enfrentar o fantasma da Dama de Branco, dentre outras aventuras emocionantes.

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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